Rodolfo Zabisky
www.mz-ir.com

A MZ é a empresa líder na América Latina em consultoria de relações com investidores, serviços financeiros e comunicação integrada. Fundada em 1999, a empresa revolucionou o mercado focando em inovação e personalização no atendimento aos clientes. A MZ possui atualmente 250 profissionais e mais de 300 clientes em dez países. Em 2007, a Companhia conquistou dois prêmios de empreendedorismo concorrendo com empresas de todo o Brasil: Endeavor-EXAME PME (categoria inovação) e Revista PEGN-FGV (categoria crescimento). Entre os serviços prestados pela MZ destacam-se: estruturação de companhias para abertura de capital (valuation, governança corporativa, draft de prospecto, management presentation e treinamento para roadshow), planejamento e operacionalização de programas globais de relações com investidores, treinamento, inteligência de mercado (geração de valor, análises setoriais, targeting de investidores e administração de expectativas e de base acionária), assessoria de comunicação financeira/negócios, reestruturação financeira e project finance, elaboração de relatórios anuais e de sustentabilidade, teleconferências, webcasts, eventos com investidores, traduções jurídico-financeiras e publicidade legal. A Companhia disponibiliza a seus clientes três programas inovadores e exclusivos: IR Global Rankings™, Divulgação Exemplar™ e Assembléias Online™ e a unidade de treinamentos corporativos - MZ University.

Arquivo de junho, 2008

26.junho.2008

Infra-estrutura de RI: Sites, Releases e Divulgações são Iguais ????

Publicação: Valor Econômico – 26/06/2008 - Página D6 

Temos observado o surgimento de entrevistas e matérias em revistas refletindo sobre o fato de que a infra-estrutura de relações com investidores (“RI”) de empresas brasileiras está muito similar e que isso não é bom para a sua diferenciação perante o mercado de capitais.

Muito provavelmente, argumentam nossos concorrentes e alguns profissionais de RI com polpudos orçamentos, essa similaridade de infra-estrutura de RI (websites, releases de resultado, programas de comunicação financeira, processos de divulgação e interação com o mercado, etc.) é resultado da ação da MZ Consult, que conquistou a confiança de mais de 90% dos IPOs realizados desde 2002 e que possui, atualmente, cerca de 80% de participação no mercado brasileiro.

Muito bem, eles têm razão!!!! A MZ é realmente culpada por assegurar aos seus clientes as melhores práticas em cada um dos componentes de um sólido programa de RI. Melhores práticas aprendidas em mais de 8 anos de intensa pesquisa com o exclusivo “IR Global Rankings”, uma análise técnica que se iniciou no Brasil e hoje está presente em quase 40 países.

Essa capacidade desenvolvida na MZ é única mesmo. Adicionado a isso, nosso comprometimento em assegurar o melhor aos clientes e nosso reconhecido empreendedorismo incomodam bastante a concorrência e expõe alguns profissionais de RI a realmente venderem a história de investimento das suas empresas.

Reflexão aos Concorrentes: o modelo de negócios da MZ é simples de copiar. Fornecemos, na medida da necessidade de cada cliente individual, o melhor em infra-estrutura RI e o melhor em programas de consultoria. Exemplificando para sites: história de investimento clara, navegação intuitiva e em um “click”, conteúdo tecnológico (estimativas de analistas, fundamentos dinâmicos, modelos de “valuation what-if”, CRM-RI, CVM e SEC automático, webcast integrado e gravação pré-call), hospedagem de altíssima confiabilidade e um publicador que permite atualização pelo próprio usuário. Exemplificando para consultoria estratégica: estudos de posicionamento, identificação de acionistas e targeting, divulgação exemplar, assembléias online e comitês de geração de valor. Para fazer isso acontecer, uma equipe talentosa e empreendedora, com cerca de 285 profissionais trabalhando 24×7. Asseguramos uma Ferrari aos clientes. Qual o mal nisso? É fácil constatar o elevado padrão de comunicação das empresas brasileiras frente a média das empresas no mundo.

Reflexão aos Profissionais de RI com Polpudos Orçamentos: não importa se a infra-estrutura de RI é montada interna ou externamente. Não tem certo nem errado, tem o que funciona para cada caso. Importa sim que essa infra-estrutura seja sólida e que esses profissionais de RI se dediquem ao que realmente interessa para as companhias: administrar as expectativas do mercado, administrar a base acionária e gerar valor aos acionistas, reduzindo o “gap” (diferença) existente em relação aos pares mercadológicos (ou preferencialmente ampliando o premium percebido pelo mercado). A MZ, apesar de assegurar o melhor custo-benefício em infra-estrutura de RI e consultoria estratégica, não faz essa “última milha”. Aliás, nenhum prestador de serviço pode ir ao mercado de capitais vender a história de investimento do contratante. São os executivos de RI das empresas que devem mostrar seu valor e se diferenciar dos seus pares, tanto frente aos investidores quanto internamente para os demais diretores e conselheiros. Se as outras empresas também têm uma Ferrari, mostre que você é um Schumacher, ou um Senna. Correr bem é por conta de cada um. 

19.junho.2008

Desafio 1 do Comitê de Geração de Valor – Dominar o “Gap” de Valor

Publicação: Valor Econômico – 19/06/2008 - Página D3

Na seqüência do informe de 12/6, quando apresentamos os conceitos básicos e as demandas por trás da estruturação e da implantação de Comitês de Geração de Valor, para apoio direto aos Conselhos de Administração, o informe de hoje marca o início do detalhamento de cada um dos 10 desafios (ou atribuições essenciais) desses comitês.

Desafio 1 – Acompanhar continuamente o “gap” (diferença) de valor entre a empresa e pares mercadológicos, propondo estratégias e posicionamento para reduzir essa diferença e/ou potencializar uma percepção favorável da empresa no mercado.

Uma empresa não vale aquilo que ela acha que vale. O valor de uma companhia é conseqüência de como ela é percebida pelo mercado. Nesse sentido, os analistas de “sell-side” (emitem relatórios de acompanhamento estratégico e de valoração de empresas, com recomendação quanto à compra, manutenção ou venda de suas ações) são fundamentais. Aqui vamos focar esses analistas, mas não se pode esquecer da relevância de analistas de “buy-side” (que não tornam públicas suas recomendações – exclusivas dos fundos de investimento que participam).

Os analistas de “sell-side” são formadores de opinião, e os investidores em geral tendem a seguir tais recomendações. Quanto melhor conceituados pelo mercado, mais a opinião deles impacta no valor de uma companhia. Não se pode falar em geração de valor sem que a empresa seja acompanhada por um bom número de analistas (10-12), e não se pode prescindir dos analistas melhores rankeados. Por exemplo, a edição desse mês da revista Institucional Investor relaciona os melhores analistas do ano por setores: (i) construção – Gordon Lee do UBS Pactual; (ii) agronegócio e saúde – Luiz Otávio Campos do Credit Suisse; e (iii) varejo – Joaquim Levy do Santander, dentre outros setores.

Mas só conquistar o início de cobertura por parte de analistas não é o suficiente para se gerar valor. Os conselheiros de administração e diretores precisam compreender a fundo o que move a opinião dos analistas para que a empresa seja uma das preferidas por eles. Posicionamento, assertividade estratégica, insatisfação contínua com resultados alcançados no passado, vantagens competitivas, eficiência operacional e, principalmente, capacidade de entregar aquilo que promete realizar.

É preciso compreender a cabeça de cada um desses analistas e pró-agir no sentido de provar, recorrentemente, que a empresa merece um prêmio de valor em relação às demais com um racional substanciado. Mas só se melhora aquilo que se mede. Portanto, a companhia precisa ter metodologia e estrutura para acompanhar continuamente o “gap” de valor entre ela e seus pares mercadológicos, atuando no sentido de reduzir eventuais diferenças de percepção, ou de potencializar sua posição de preferida.

Importante lembrar que a geração de valor é a principal responsabilidade dos diretores e dos conselheiros, razão pela qual a maioria tem sua remuneração incentivada e alinhada com os interesses dos acionistas. Investidores buscam empresas preocupadas, continuamente, em gerar valor para elas próprias (patrimônio, posicionamento, etc.) e para seus stakeholders. Investidores de longo prazo querem uma boa história de investimento, uma equipe de administradores comprometidos e capazes de executar o plano de negócios com governança corporativa, e resultados que comprovem a assertividade da estratégia adotada.

O foco na geração de valor para acionistas deve ser prioridade nas empresas e o Comitê de Geração de Valor tem uma função essencial. A MZ auxilia na criação e participa ativamente desses comitês que ajudam diretores e conselheiros a melhor compreenderem os impactos de suas decisões no valor de mercado de suas empresas e agirem pró - ativamente.

12.junho.2008

Nasce o Comitê de Geração de Valor

Publicação: Valor Econômico – 12/06/2008 - Página D9

Como gerar valor aos acionistas? O que eles procuram? Investidores buscam empresas preocupadas, continuamente, em gerar valor para elas próprias (patrimônio, posicionamento, etc.) e para seus stakeholders. Investidores de longo prazo querem uma boa história de investimento, uma equipe de administradores comprometidos e capazes de executar o plano de negócios com governança corporativa, e resultados que comprovem a assertividade da estratégia adotada.

Geração de valor é a principal responsabilidade dos diretores e dos conselheiros de administração, razão pela qual a grande maioria tem sua remuneração incentivada e alinhada com os interesses dos acionistas.

A experiência da MZ de quase nove anos com consultoria em relações com investidores (“RI”) e comunicação estratégica a empresas de vários países, nos fez compreender e incentivar os clientes mais abertos ao tema, quanto à criação de um Comitê de Geração de Valor, subordinado ao conselho de administração.

E quais são os 10 desafios para um eficaz Comitê de Geração de Valor?

(i) acompanhar continuamente o gap (diferença) de valor entre a empresa e pares mercadológicos, propondo estratégias e posicionamento para reduzir essa diferença e/ou potencializar uma percepção favorável da empresa no mercado;

(ii) entender como decisões de projetos, aquisições, venda de participação e outros afetam o valor de mercado da empresa – análise de risco;

(iii) revisar e propor ajustes contínuos na história de investimento da empresa, e como melhor implementar essa história na cultura na empresa. Ou seja, “por que investir e por que investir agora em suas ações”?

(iv) contribuir para melhorar o nível de governança corporativa visando a geração de valor;

(v) apoiar no desenvolvimento do planejamento estratégico corporativo e acompanhar a sua implementação, sugerindo ajustes de rota e/ou reforço de ações;

(vi) assegurar capacitação aos diretores na implantação do plano de negócios e contribuir na adição de credibilidade;

(vii) acompanhar continuamente a composição da base acionária da empresa e sugerir ajustes quando necessário, para melhor adequá-la à história de investimento;

(viii) antecipar reivindicações de acionistas ativistas e avaliar o impacto no preço das ações;

(ix) acompanhar continuamente a percepção dos analistas formadores de opinião e sugerir ações que minimizem a percepção de risco da empresa;

(x) supervisionar a operacionalização do programa integrado de comunicação da empresa (investidores, formadores de opinião, indicadores de desempenho comparados aos pares mercadológicos e benchmarks, e geração de valor aos acionistas).

Importante lembrar que o ativismo acionário dos fundos de investimentos está cada vez mais presente no dia-a-dia das empresas, por meio de membros dos conselhos fiscal e/ou de administração, assim como nas assembléias gerais. Os administradores devem estar preparados para lidar com essa situação, saber identificar os formadores de opinião (base acionária), como eles pensam e como lidar com essas novas demandas.

Em resumo, o foco na geração de valor para os acionistas deve ser prioridade nas empresas e um comitê conforme proposto é essencial. A MZ auxilia na criação e participa ativamente desses comitês que ajudam diretores e conselheiros a compreenderem os impactos de suas decisões no valor de mercado de suas empresas e agirem pró-ativamente.

5.junho.2008

MZ Cria a MZ University

Publicação: Valor Econômico – 05/06/2008  - Página D3

A MZ University é a mais nova unidade de negócios da MZ, empresa líder na América Latina em consultoria de relações com investidores, serviços financeiros e comunicação estratégica integrada. Essa unidade é dedicada ao treinamento de executivos com foco principal nas áreas de relações com investidores, finanças e comunicação corporativa. Os treinamentos são oferecidos em programas abertos à comunidade financeira e demais participantes do mercado de capitais, preparados em módulos especiais, a fim de atender as demandas específicas.

A nova unidade de negócios é uma evolução da universidade corporativa criada pela MZ para treinamento  da própria equipe da MZ como forma de prover um ciclo de melhoria contínua em suas atividades, nas próprias práticas de governança corporativa e comunicação com o mercado financeiro, gerando benefícios ao seu próprio time e clientes de maneira rápida e eficiente.

A metodologia empregada permite transmitir os conceitos mais importantes de cada módulo de forma prática e interativa, contando com recursos multimídia e estudos de casos recentes.

In-company: Além dos treinamentos abertos, a MZ University oferece cursos in-company, programas dirigidos a demandas específicas de empresas e suporte à formação de profissionais de RI. Todos os cursos disponíveis da grade podem ser desenvolvidos nessa modalidade, cujos conteúdos programáticos são adaptados para cada companhia. Os módulos são customizáveis e direcionados aos níveis hierárquicos desejados. Além disso, a MZ University oferece treinamentos diferenciados, como processo de coaching para roadshows, media trainings para executivos e detalhamento de um processo de oferta pública.

Programação do Treinamento em RI
10/6/08 - Visão Geral de Mercado de Capitais
12/6/08 - Melhores Práticas em Governança Corporativa
17/6/08 - Elaborando e Implementando um Programa Integrado de Relações com Investidores
18/6/08 - Legislação Brasileira Aplicada ao dia-a-dia em Relações com Investidores
19/6/08 - Ferramentas mais Utilizadas na Comunicação com o Mercado

Mais informações e inscrições
Para mais informações sobre vagas disponíveis e valores referentes ao treinamento, entre em contato pelo telefone: (11) 3529-3794 ou por e-mail: mzuniversity@mz-ir.com

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