Rodolfo Zabisky
www.mz-ir.com

A MZ é a empresa líder na América Latina em consultoria de relações com investidores, serviços financeiros e comunicação integrada. Fundada em 1999, a empresa revolucionou o mercado focando em inovação e personalização no atendimento aos clientes. A MZ possui atualmente 200 profissionais e mais de 280 clientes em dez países. Em 2007, a Companhia conquistou dois prêmios de empreendedorismo concorrendo com empresas de todo o Brasil: Endeavor-EXAME PME (categoria inovação) e Revista PEGN-FGV (categoria crescimento). Entre os serviços prestados pela MZ destacam-se: estruturação de companhias para abertura de capital (valuation, governança corporativa, draft de prospecto, management presentation e treinamento para roadshow), planejamento e operacionalização de programas globais de relações com investidores, treinamento, inteligência de mercado (geração de valor, análises setoriais, targeting de investidores e administração de expectativas e de base acionária), assessoria de comunicação financeira/negócios, reestruturação financeira e project finance, elaboração de relatórios anuais e de sustentabilidade, teleconferências, webcasts, eventos com investidores, traduções jurídico-financeiras e publicidade legal. Adicionalmente à estrutura de treinamentos corporativos, a Companhia disponibiliza a seus clientes três programas inovadores e exclusivos: IR Global Rankings™, Divulgação Exemplar™ e Assembléias Online™.

Arquivo de julho, 2008

31.julho.2008

Participar do ISE estimula boas práticas e transformação

Publicação: Valor Econômico – 31/07/2008 - Página D5

Lançado pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) em 2005, o ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial chega à sua terceira revisão de composição da carteira com a divulgação do questionário 2008.

Para fazer parte desse seleto grupo, as empresas elegíveis (detentoras das 150 ações mais líquidas) respondem a um extenso questionário sobre suas práticas nos âmbitos social, ambiental e econômico, além das dimensões de governança corporativa e natureza do produto.

A carteira, divulgada em novembro de 2007 e que será renovada em dezembro deste ano, engloba 40 ações de 32 empresas pertencentes a 13 setores distintos. Juntas, elas somavam, naquela data, R$ 927 bilhões em valor de mercado e respondiam por 40% da capitalização da Bovespa.  Em 2007, 62 empresas responderam ao questionário.

                                          

Com o crescimento dos Fundos SRI (Socially Responsible Investing), a tendência é que a participação das companhias aumente a cada ano. Se em 2001 havia apenas um fundo socialmente responsável no Brasil, hoje já são sete com essas características, somando patrimônio líquido de R$ 1,3 bilhão. Isso sem mencionar o patrimônio desses fundos no exterior. Visando entrar no radar desses gestores, muitas empresas passaram a dar maior importância à sustentabilidade e colocá-la na agenda de suas discussões.

Para as companhias que já possuem sólidas práticas de sustentabilidade incorporadas em sua gestão, estar no ISE é uma conseqüência natural. Mas não por isso fácil. Já para aquelas empresas que preenchem pela primeira vez o questionário, o desafio é ainda maior, pois, além de envolver o levantamento de informações e evidências de diversas áreas da companhia, chama a atenção para questões sobre as quais, algumas vezes, não se havia pensado antes.

Quando a equipe de relações com investidores lidera esse processo, a busca por apoio em outras áreas da companhia é obrigatória. E para conquistar a colaboração de todos, o engajamento é fundamental. Na maioria das vezes, as equipes estão atarefadas com suas atividades internas e precisam encaixar, em meio a sua rotina, essa nova demanda. Por isso, quanto maior o engajamento das diversas áreas, maiores as chances de a companhia contar com a cooperação de todos e obter um resultado final bastante satisfatório.

O questionário do ISE pode, portanto, se configurar como uma oportunidade mais ampla: a de compartilhar experiências e percepções, bem como de discutir e repensar as práticas adotadas pela companhia. Se visto sob essa ótica, em vez de ser encarado como uma “tarefa a mais”, o preenchimento se converte em um momento produtivo para o diálogo entre as áreas e até mesmo em um norteador de uma gestão pautada na sustentabilidade.

Estar na carteira, claro, é o que todas as companhias que preenchem o questionário almejam. E justamente por este motivo, o ISE acabou por se tornar um importante indutor de boas práticas e um estímulo à transformação.

 

24.julho.2008

Programa In-Company Identifica e Prepara “Super RIs”

Publicação: Valor Econômico – 24/07/2008 - Página D10

A MZ University, unidade de negócios da MZ focada na capacitação de profissionais para o mercado financeiro, lança programa in-company de identificação de talentos internos e capacitação de profissionais para atuar como porta-vozes de companhias abertas nas áreas de relações com investidores (“RI”).

“Ajudamos a empresa a estabelecer e praticar um programa de comunicação com o mercado financeiro valorizando os profissionais internos que conheçam o negócio, os drivers de crescimento do setor e a cultura empresarial, assim como o posicionamento dos pares mercadológicos, e os capacitamos para atuar em RI”, afirma Roberto Tracanella, Reitor da MZ University, executivo com experiência de mais de sete anos em seleção de profissionais.

O programa envolve três estágios de atuação: o primeiro trata da identificação de profissionais, em conjunto com os administradores, dentro da própria empresa, para compor a equipe de RI, em todos os níveis hierárquicos.

Programa de Identificação de Talentos e Capacitação em RI

Programa de Identificação de Talentos e Capacitação em RI

Na segunda fase, os profissionais selecionados realizam um programa de imersão nas três principais funções do RI: (i) o que é mandatório pelos órgãos reguladores (CVM, SEC, bolsas, etc.); (ii) o que é voluntário e bem-recebido pelo mercado (guidance, programa de comunicação, releases de resultado, teleconferências, etc.); e (iii) o que é necessário para gerar valor e administrar expectativas e base acionária – por que comprar ações da empresa e por que agora?

Nessa segunda fase, os talentos identificados são capacitados em relações com investidores: valuation, ferramentas de RI, vendas (RI é marketing!!!!), técnicas de apresentação para investidores e analistas, fluência em inglês, governança corporativa, relacionamento com a imprensa, comunicação corporativa e outros.

A terceira fase do programa é o coaching. Com o profissional em campo, a equipe de atendimento da MZ estará à disposição para esclarecer dúvidas e prestar suporte. Para Tracanella, “a grande vantagem para o cliente é que além de disponibilizarmos um programa totalmente adaptável à sua realidade, oferecemos uma gama de opções integradas e multidisciplinares, que somente uma consultoria de valor agregado pode oferecer.”

“Essa iniciativa vai de encontro ao que temos defendido como perfil ideal para o “Super RI”: (i) dominar todas as técnicas relacionadas à função RI; (ii) dominar o negócio da empresa e dos pares mercadológicos, em um nível igual ou superior aos melhores analistas de “sell-side”; (iii) dominar o idioma inglês, de fluente a nativo; e (iv) dominar as melhores técnicas de venda, pois somente temos uma única chance de causar uma primeira boa impressão e conquistar o investidor”, comenta Rodolfo Zabisky, CEO da MZ. “Além da Ferrari, agora temos a escola de pilotagem”, finaliza Zabisky.

 

18.julho.2008

CVM aprova a totalidade dos serviços do Assembléias Online

Publicação: Valor Econômico – 18/07/2008 - Página D5

O Colegiado da CVM aprovou recentemente, na íntegra, consulta encabeçada pela MZ sobre possibilidade de utilização de procurações de voto em forma digital nas assembléias gerais, além de outras ferramentas de incentivo à participação de acionistas minoritários.

A Consulta foi apresentada em fevereiro à Superintendência de Relações com Empresas – SEP, da CVM, sobre a disponibilização de serviços inovadores do Assembléias Online (www.assembleiasonline.com.br), voltados à maior participação dos acionistas em assembléias gerais ordinárias e extraordinárias (AGOs/AGEs), formulando quatro questionamentos relativos a: (1) certificados digitais em substituição ao reconhecimento de firma e consularização de procurações; (2) disponibilização de fórum ou blog na Internet sobre as pautas de assembléias; (3) utilização de cadastro de acionistas do Assembléias Online; e (4) transmissão de vídeo ou áudio de assembléias, ao vivo. A Consulta da MZ foi resultante de discussões, interação e colaboração entre a Companhia e seis excepcionais escritórios de advocacia: Pinheiro Neto, Machado Meyer, Barbosa Müssnich, Mattos Filho, Veirano e Demarest.

O relator da Consulta da MZ no Colegiado da CVM foi o Diretor Sergio Eduardo Weguelin Vieira, que destacou em seu voto:

1)      Certificados digitais em substituição ao reconhecimento de firma e consularização de procurações: “nada obsta a outorga de procurações por meio eletrônico. Pelo contrário, a MP 2200-2/01 expressamente reconhece a validade jurídica dos documentos assinados por meio eletrônico. Na realidade, pode-se utilizar para esta finalidade qualquer mecanismo que assegure a autoria e a integridade das procurações por meio eletrônico e seja admitido como válido pelas partes envolvidas, notadamente a companhia”.

2)      Disponibilização de fórum ou blog na Internet sobre as pautas de assembléias: “não há impedimento à manutenção de blogs ou fóruns nos quais os acionistas possam se manifestar. Tampouco há impedimentos a que estes ambientes permaneçam abertos durante as assembléias ou que seu acesso seja restrito a acionistas”.

3)      Utilização de cadastro de acionistas do Assembléias Online: “as companhias poderão recorrer às informações do Assembléias Online em complemento – e não em substituição – aos dados disponíveis junto ao prestador do serviço de escrituração das ações, de modo a permitir que as companhias alcancem os acionistas cujos endereços estejam desatualizados”.

4)      Transmissão de vídeo ou áudio de assembléias, ao vivo: “não há impedimento e nem a que se permita o acesso a terceiros que não acionistas. A questão deve ser decidida pela companhia, de acordo com a forma que considere mais apropriada para a consecução do interesse social e com a sua capacidade de evitar a desinformação dos acionistas e outros óbices ao bom andamento da assembléia”.

A resposta favorável do Colegiado da CVM aos questionamentos formulados pela MZ é histórica e abre portas significativas para o aprimoramento e o fortalecimento da governança corporativa no Brasil, na medida em que garante aos acionistas – principalmente os minoritários – maior participação nas decisões das companhias investidas (AGOs/AGEs) sem incorrerem em custos para tal.

Em 2008, as empresas Equatorial Energia, Cremer, Perdigão, IdeiasNet e Invest Tur lideraram a iniciativa, aderiram pioneiramente ao Assembléias Online e já realizaram suas assembléias nessa nova plataforma.

10.julho.2008

Não existem “bons problemas”

Publicação: Valor Econômico – 10/07/2008 - Página D4

Um problema comum de relações com investidores (RI), apesar de improvável nos dias de hoje, mas que poucas pessoas pensam sobre como resolvê-lo, até porque costumam considerá-lo um “problema bom”, é quando a companhia considera que suas ações estão valendo mais do que o preço justo.

Uma simplificação do papel de RI é dizer que o RI deve vender a companhia. Na maior parte do tempo, essa definição, ainda que tecnicamente imprecisa, não está errada, principalmente se pensarmos no lado prático, uma vez que as atividades são efetivamente muito similares a uma venda – onde o produto ou serviço é a “ação” da empresa.

No entanto, em uma situação em que a própria companhia avalia que o preço da ação na Bovespa está acima do seu preço justo, o trabalho do RI é quase que diametralmente oposto.

A reação cínica a uma situação dessas seria achar que fez um trabalho tão bom que o próprio mercado acha que a companhia vale mais do que vale e que não é preciso gastar tempo com isso, a não ser talvez comemorar e compartilhar esse sucesso com a diretoria, o conselho e os acionistas controladores.

De fato, uma atitude dessas pode até ter uma boa repercussão nesses grupos e, além de iniciar a venda das ações detidas por eles (o que não deixaria de ser uma sinalização ao mercado de preço excessivamente alto), pode até mesmo sugerir que é um momento bom para fazer uma nova oferta de ações no mercado.

Nada seria mais inadequado, afinal, uma boa valorização é uma das condições de uma nova oferta de ações, mas nunca poderia ser seu racional – o racional necessariamente deveria ser algum uso do dinheiro a ser captado que crie valor para os acionistas ou, no caso de uma oferta secundária, algo que dê liquidez para o mercado ou controlador ou a saída de um sócio private equity, mas ninguém afinal compraria uma ação só porque o controlador acha que agora ela está em um preço adequado para ser vendida, certo?

Tem uma série de passos que devem ser tomados, portanto. O primeiro, e esse passo não deve ser ignorado, é fazer uma verificação do próprio modelo. Se o mercado como um todo está apontando para um valor e a companhia acredita em outro, seria arrogância não fazer sequer uma verificação para ver não existem alguns fatores novos que estão sendo ignorados e afetam a avaliação da companhia.

Se a companhia está convicta de sua precificação após uma revisão crítica do próprio modelo, é então preciso entender a razão do mercado estar com uma avaliação diferente da própria companhia.

Dividimos as razões para uma avaliação diferenciada em 3 grupos distintos: (i) razões completamente extemporâneas à companhia (exemplo: se o investidor está usando premissas de taxas de câmbio mais favoráveis que a companhia) – nesse caso a companhia tem pouca ou nenhuma influência; (ii) investidores criam expectativas infladas sobre o setor de atuação da companhia, gerando distorções não só na avaliação da própria companhia como do mercado como um todo – nesse caso, é necessária uma ação do RI para realinhar as expectativas sobre o setor, mas evitar que apenas a própria companhia seja “penalizada”; e (iii) avaliação errônea apenas da companhia – quando é necessário acionar um release de guidance, reforçá-lo em teleconferências e ter certeza que essas expectativas foram compreendidas pelo analistas de sell-side.

No longo prazo, distorções para cima podem ser ainda mais prejudiciais do que distorções que abaixem o valor da ação porque a correção tende a ser exagerada e resta um sentimento persistente de frustração nos investidores com a companhia e de perda de credibilidade. Definitivamente, não é nada a ser comemorado.

3.julho.2008

MZ University Define seu Reitor

Publicação: Valor Econômico – 03/07/2008 - Página D6

A MZ University, a mais nova unidade de negócios da MZ, empresa líder na América Latina em consultoria de relações com investidores, serviços financeiros e comunicação integrada, anuncia a contratação de um executivo de mercado para turbinar seus programas de capacitação profissional. A MZ University foi criada no inicio de 2008 para desenvolver programas exclusivos de capacitação em relações com investidores (conceito, procedimentos, targeting e vendas), governança corporativa, valuation e treinamento em mídia, dentre outros.

O Reitor identificado para a MZ University é Roberto Tracanella, consultor sênior e executivo com 40 anos de experiência nos segmentos acadêmico e financeiro. Engenheiro pela Escola Politécnica da USP, Roberto Tracanella é também ex-professor universitário pela mesma instituição e pela FGV. Sua experiência em capacitação profissional engloba as áreas de governança corporativa e relações com investidores para diversos níveis hierárquicos, inclusive workshops in-company para conselhos de administração.

A experiência de Roberto Tracanella inclui 23 anos no Grupo Metal Leve em diversas posições e, posteriormente, como diretor de relações com investidores da Perdigão - inclusive como membro do comitê de turnaround e alienação da empresa. Nos últimos quatro anos atuou como consultor sênior e desenvolvedor de talentos em consultorias de RI no Brasil. Roberto Tracanella é co-autor do livro “Full Disclosure” e membro da Comissão de Desenvolvimento Profissional do IBRI e da Comissão de Mercado de Capitais da Abrasca.

MZ University
Programas Abertos - Relações com investidores (conceito, procedimentos, targeting e vendas), governança corporativa, valuation e treinamento em mídia, dentre outros; turmas pequenas com customização (intensidade e profundidade dos temas) e networking; foco em melhores práticas e casos reais de mercado.

In-Company - Programas específicos e exclusivos para cada cliente (diretores, conselheiros e gerentes); roadshow com plataforma própria de gravação e aperfeiçoamento do pitching de vendas; o que muda quando as companhias abrem seu capital; programa especial PMEs e suporte a área corporate de bancos.

Seminários e Workshops - Eventos exclusivos para empresas de capital fechado; estruturação e operacionalização de Comitês de Geração de Valor aos acionistas; estudos de caso em vídeo, blog-ir, melhores práticas e fórum de discussão; eventos especializados com palestrantes internacionais. 

MZ Ltda 2009. Todos os direitos reservados.