Rodolfo Zabisky
www.mz-ir.com

A MZ é a empresa líder na América Latina em consultoria de relações com investidores, serviços financeiros e comunicação integrada. Fundada em 1999, a empresa revolucionou o mercado focando em inovação e personalização no atendimento aos clientes. A MZ possui atualmente 200 profissionais e mais de 280 clientes em dez países. Em 2007, a Companhia conquistou dois prêmios de empreendedorismo concorrendo com empresas de todo o Brasil: Endeavor-EXAME PME (categoria inovação) e Revista PEGN-FGV (categoria crescimento). Entre os serviços prestados pela MZ destacam-se: estruturação de companhias para abertura de capital (valuation, governança corporativa, draft de prospecto, management presentation e treinamento para roadshow), planejamento e operacionalização de programas globais de relações com investidores, treinamento, inteligência de mercado (geração de valor, análises setoriais, targeting de investidores e administração de expectativas e de base acionária), assessoria de comunicação financeira/negócios, reestruturação financeira e project finance, elaboração de relatórios anuais e de sustentabilidade, teleconferências, webcasts, eventos com investidores, traduções jurídico-financeiras e publicidade legal. Adicionalmente à estrutura de treinamentos corporativos, a Companhia disponibiliza a seus clientes três programas inovadores e exclusivos: IR Global Rankings™, Divulgação Exemplar™ e Assembléias Online™.

Arquivo de junho, 2009

25.junho.2009

O Globo: Mercado financeiro começa a descobrir o poder do Twitter no Brasil

O Globo - Publicada em 25/06/2009 às 12h07m

Vivian Pereira Nunes

RIO - O mercado financeiro começa a descobrir aqui o poder do Twitter, nova rede social que permite a rápida troca de informações por meio de mensagens curtas, de no máximo 140 toques, que podem ser enviadas pela internet ou por SMS. Entre as empresas de capital aberto, as primeiras a usar o microblog para falar com os acionistas são aquelas que integram o Novo Mercado, farol da governança corporativa. A fabricante de máquinas WEG e a construtora Tecnisa são dois exemplos da rapidez com que o uso da nova ferramenta cresce.

” O fato da SEC ter dois
twitters indica que é algo
que veio para ficar “ 

Veja o infográfico “Twitter no mundo das ações.”

- O twitter de RI (Relações com Investidores) da WEG foi criado em abril, na época da divulgação do balanço do primeiro trimestre, e em um mês já tinha 160 seguidores. Na lista de e-mails do site, nós demoramos seis meses para conseguir a mesma adesão - conta o gerente de Relações com os Investidores da empresa, Luís Fernando Oliveira.

Clique aqui e veja o que as duas empresas falam sobre suas estratégias nas redes sociais.

Entretanto, a Petrobras e a Vale, pesos-pesados do Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), ainda não usam a ferramenta para falar com o mercado financeiro. Recentemente, a estatal do petróleo até criou uma conta no Twitter, mas só para divulgar seu blog Fatos e Dados, de respostas à imprensa.

Mais adiantadas, as corretoras pisam fundo no pedal - teria havido até repreensão pelo uso do Twitter para fazer propaganda de forma irregular da oferta de ações da Visanet. Elas agora partem para a segunda etapa do uso das ferramentas da Web 2.0, a integração.

- A ideia é que as mídias se misturem. Os vídeos serão divulgados no Twitter, assistidos no YouTube e poderão ser comentados no Orkut - destaca o analista de comunicação da Ágora Corretora Ricardo Senra.

Confira o que as corretoras têm a dizer sobre o assunto.

Os órgãos reguladores, por sua vez, embora estejam de olho no uso das redes informais de comunicação, ainda se mantêm à parte delas. A Comissão de Valores Imobiliários (CVM) não possui blog ou o miniblog, enquanto sua correspondente americana, a Securities and Exchange Comission (SEC), já tem dois twitters, um voltado para a educação dos investidores e outro sobre vagas no órgão.

Consultor diz que não é modismo

O jornalista Geraldo Magella, da consultoria MZ, destaca a importância de as empresas estabelecerem uma estratégia para o novo canal de informação antes de criá-lo. É preciso definir qual o objetivo da empresa com o Twitter, quem vai alimentá-lo com informações e quem vai acompanhar o que se fala sobre a companhia na rede.

- O Twitter não é um modismo, mais um Second Life, que funcionou por um tempo e depois acabou. O fato de a SEC ter dois twitters indica que é algo que veio para ficar - avalia o consultor.

Magella afirma ainda que as empresas e investidores devem ficar alerta às fraudes na rede. Há usuários que criam páginas no Twitter usando a marca de uma companhia para denegrir sua imagem. O banco Itaú-Unibanco, por exemplo, é vítima de cinco páginas fakes na rede. Em uma delas, o autor deixa claro que deseja fazer com que clientes abandonem a instituição.

Já os investidores, adverte o consultor, devem se certificar de que o microblog que desejam seguir é uma fonte confiável de informações, para que o novo canal efetivamente ajude a otimizar seus negócios. Isso pode ser feito, por exemplo, conferindo se o endereço é citado na página oficial da empresa de interesse.

19.junho.2009

Twitter e Relações com Investidores

O Twitter acaba de completar seu terceiro aniversário. Se você não sabe o que é essa ferramenta, segue uma pequena descrição:

Twitter é uma rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres, conhecidos como “tweets”), através da própria web ou por SMS.

As atualizações são exibidas no perfil do usuário em tempo real e também enviadas a outros usuários que tenham assinado para recebê-las. Os usuários podem receber atualizações de um perfil através do site oficial, RSS, SMS ou programa especializado. O serviço é gratuito pela internet. No Brasil, por enquanto, o service ainda não funciona via SMS, mas os usuários de smatphones e de I-Phones conseguem atualizá-lo sem problema.

O serviço já ganhou enorme popularidade, sendo utilizado por mais de 5 milhões de usuários em todo o planeta. Celebridades, times de futebol, empresas e até a NASA possuem um perfil no twitter, permitindo que os usuários troquem informações real time sobre o tema preferido.

Basicamente, pelo Twitter, uma empresa pode dizer que uma notícia importante foi publicada e fornecer um link para ela, (por exemplo: Companhia X publicou seus resultados para 1T09 leia em www.empresaa.com.br/ri), e isso será enviado a todos os usuários cadastrados para “seguir” a Companhia X, por meio de seus celulares, blackberries e computadores.

Maureen Wolff-Reid, ex-Chairman do National Investor Relations Institute (NIRI), em recente entrevista declarou que, apesar da nova geração de ferramentas de comunicação com os investidores ainda estar em seus estágios iniciais, no futuro instrumentos como o Facebook, MySpace e o Twitter serão fontes importantes de trocas de informação entre os investidores e não poderão ser ignorados.

O Twitter também já está sendo utilizado por muitos traders nos EUA para trocar informações de mercado e de companhias abertas. Aqui no Brasil, o movimento também já começou.

A pergunta que fica é como usar o Twitter no dia-a-dia do mercado de capitais e da área de Relações com Investidores (RI) das companhias abertas de forma a não gerar mais problemas do que soluções.

Obviamente, depende da empresa, de como esta quer ser vista no mercado de capitais e do seu programa de comunicação financeira. Até a decisão de adotar ou não a tecnologia neste momento é complexa.

A MZ fará um workshop sobre o Twitter e o seu uso no mercado financeiro e no RI no dia 24 de junho, das 8h30 às 12h30, no Hotel Grand Hyatt São Paulo, no qual casos práticos serão mostrados e a ferramenta será discutida a fundo. Mais informações pelos telefones: (11) 3529 3881; 3529 3608 ou pelo email eventos@mz-ir.com .

O ponto é: seja qual for a realidade da sua companhia, as novas ferramentas online de comunicação, da geração Web 2.0, vieram para ficar. Cabe às empresas dominar essas tecnologias para utilizá-las a seu favor.

8.junho.2009

Atualização Contínua em Relações com Investidores

Acompanhar o ritmo das mudanças do mercado é o principal desafio de CEOs para os próximos anos, segundo o estudo “A empresa do futuro”, realizado em setembro do ano passado, pela Unidade de Inteligência da Revista “The Economist”, em parceria com a IBM.

Se extrapolarmos o escopo da pesquisa, a verdade é que manter-se atualizado, dominando novas tendências, conceitos e tecnologias que surgem em um ritmo acelerado, são os maiores desafios de qualquer profissional deste novo século.
 
No mundo dos profissionais de Relações com Investidores, isso não é diferente. É importantíssimo se manter sempre informado sobre as últimas discussões e novidades em práticas de governança corporativa, legislação e mercado financeiro. 

Além disso, o profissional de RI deve também acompanhar de perto as novidades de tecnologia e como essas podem ajudá-lo a cumprir uma de suas principais funções: ser o “porta-voz” da empresa na interação com o mercado.

Como exemplo, uma pesquisa da Thomson Financial apurou que 77% dos investidores norte-americanos acham que o site de Relações com Investidores de uma companhia tem impacto na percepção que possuem da mesma, e 74% desse público utiliza o website da companhia da qual possui ações pelo menos uma vez por semana.

O RI não pode portanto, se dar ao luxo de ignorar o fato que uma das fontes primárias de comunicação com boa parte de seus acionistas será feito por meio de seu site de RI.

Quanto mais amigável for o website, com o conteúdo adequado, disposição clara de informações e com ferramentas e dispositivos de tecnologia que facilitem a vida do usuário final, (como por exemplo, uma opção de conteúdo mobile para permitir que analistas e investidores, que nos dias de hoje estão frequentemente fora de seus postos fixos de trabalho consigam acompanhar a empresa) melhor será a percepção do cliente, nesse caso do acionista.

Mas como se manter atualizado? Como saber que novidade tecnológica importa e as empresas ao redor do globo estão utilizando com resultados satisfatórios?

Para atingir esse patamar, é imprescindível que a empresa avalie periodicamente seu programa de RI, comparando-o aos benchmarks do mercado, de forma a identificar possíveis melhorias e mudanças de rumo.

Para ajudar as empresas e os profissionais de RI nesta difícil tarefa de se manter atualizado, a MZ conduz anualmente um estudo, para avaliar e mensurar as melhores práticas globais de RI, governança corporativa e disclosure de informações financeiras (IRGR). Em 2009, essa pesquisa foi realizada junto a mais de 160 empresas em 32 países,

A diversidade geográfica, setorial e o tamanho da amostra nos permitem comparar, de forma objetiva, as práticas de nossos clientes com a de outras empresas abertas do mundo inteiro, e por em prática sugestões de melhorias no programa de RI, embasadas no que consideramos as melhores práticas para cada um dos itens avaliados.

Ler, participar de seminários, conversar com o mercado são, sem dúvida, medidas essenciais para que se manter atualizado nos dias de hoje mas, conhecer as práticas “de ponta” em seu ramo de atuação, compará-las as suas próprias atividades e adaptá-las, sempre que necessário é a cereja do bolo que faz toda a diferença.

MZ Ltda 2009. Todos os direitos reservados.