Rodolfo Zabisky
www.mz-ir.com

A MZ é a empresa líder na América Latina em consultoria de relações com investidores, serviços financeiros e comunicação integrada. Fundada em 1999, a empresa revolucionou o mercado focando em inovação e personalização no atendimento aos clientes. A MZ possui atualmente 200 profissionais e mais de 280 clientes em dez países. Em 2007, a Companhia conquistou dois prêmios de empreendedorismo concorrendo com empresas de todo o Brasil: Endeavor-EXAME PME (categoria inovação) e Revista PEGN-FGV (categoria crescimento). Entre os serviços prestados pela MZ destacam-se: estruturação de companhias para abertura de capital (valuation, governança corporativa, draft de prospecto, management presentation e treinamento para roadshow), planejamento e operacionalização de programas globais de relações com investidores, treinamento, inteligência de mercado (geração de valor, análises setoriais, targeting de investidores e administração de expectativas e de base acionária), assessoria de comunicação financeira/negócios, reestruturação financeira e project finance, elaboração de relatórios anuais e de sustentabilidade, teleconferências, webcasts, eventos com investidores, traduções jurídico-financeiras e publicidade legal. Adicionalmente à estrutura de treinamentos corporativos, a Companhia disponibiliza a seus clientes três programas inovadores e exclusivos: IR Global Rankings™, Divulgação Exemplar™ e Assembléias Online™.

Arquivo da categoria ‘Comunicação’

11.maio.2009

Sinalizando Claro Comprometimento com Acionistas

Como gerar valor aos acionistas? O que eles procuram? Investidores buscam empresas preocupadas, com a geração de valor para seus stakeholders, além de: (i) uma boa história de investimento, (ii) uma equipe de administradores comprometidos e capazes de executar o plano de negócios com governança corporativa, e (iii) resultados que comprovem a assertividade da estratégia adotada.

Gerar valor para os acionistas é a principal responsabilidade dos diretores e dos conselheiros de administração, e só existem dois caminhos para isso: (i) por meio do pagamento de dividendos, ou (ii) pela valorização das ações no mercado. É uma questão de tempo, mas percebe-se, claramente, que investidores pressionam crescentemente as empresas e o management para que atuem nessas duas frentes.

Somado a estes fatos, após quase dez anos atuando no mercado de consultoria em relações com investidores, em vários países, entendemos ser de suma importância que se inclua nas atividades dos conselhos de empresas abertas, a análise pró-ativa da estratégia, projetos e objetivos da empresa, sob a ótica de geração de valor para o investidor.

Para que se consiga maximizar os resultados, aconselhamos (e atuamos no apoio) nossos clientes a implementarem um comitê MULTIDISCIPLINAR, cuja função principal é orientar o conselho de administração e o Management na maximização da geração de VALOR.

Principais funções do Comitê de Geração de Valor:

• Analisar e estruturar estratégias focadas na geração de valor aos acionistas baseando-se em informações do mercado, inputs da companhia e dos membros do conselho de administração;
• Acompanhar a evolução dos múltiplos (analistas de sell-side) e preço das ações da empresa e pares mercadológicos, desenvolvendo ferramentas para mensuração dos efeitos das estratégias adotadas;
• Analisar as atividades que representam risco para a geração de valor, municiando o conselho de informações e recomendações;
• Garantir que a cultura de geração de valor seja absorvida por todos na companhia (“ajuste de cultura”);
• Alinhar a história de investimento com a estratégia de negócios e comunicá-la assertivamente aos investidores;
• Atuar para eliminar o GAP de valor entre a companhia e seus pares mercadológicos

Além de ressaltar o comprometimento do management com os interesses de todos os stakeholders, a implantação do Comitê de Geração de Valor, pelos conselhos de administração, envia um forte sinal ao mercado de preocupação com o valor no longo prazo da companhia, fator essencial que contribui para os acionistas tomarem suas decisões de investimento.

30.abril.2009

A importância de um RI pró-ativo no atual cenário econômico

Como todos sabem, desde final de setembro do ano passado, o mercado financeiro enfrenta uma de suas crises mais severas desde a quebra da bolsa de Nova York em 1929.

Dentre os efeitos dessa crise, as ações da maior parte das companhias listadas em bolsa foram depreciadas abruptamente e de forma irracional, independentemente da sua nacionalidade. Um segundo efeito perceptível foi à diminuição da liquidez decorrente do aumento das incertezas e do risco percebido pelos investidores que preferiram, na maioria dos casos, migrar seus ativos para investimentos considerados “mais seguros”.

Com a perspectiva de um cenário econômico global de maior estabilidade, os investidores estão voltando a analisar opções de investimentos baratos (oportunistas) no mercado de ações.
Empresas listada abaixo de seu valor patrimonial, que perderam valor de mercado pela saída de investidores relevantes, empresas operacionalmente rentáveis que sofreram por eventuais necessidades de caixa ou que simplesmente estão com os múltiplos muito mais baratos relativamente aos seus pares, se tornam de novo uma opção atraente de investimentos.

E o que as empresas precisam fazer para entrar no radar desses investidores?

Seguramente não será evitando Non-Deal Road Shows e/ou diminuindo a exposição aos investidores. A atividade de RI precisa ser pró-ativa para viabilizar o destaque da história de investimento (e oportunidades) que as empresas representam no mercado.

Além disso, com a retração das atividades dos analistas de sell-side (formadores de opinião) nos grandes bancos/corretoras, a maior parte das companhias brasileiras teve uma diminuição sensível no número de coberturas, tornando ainda mais importante o trabalho pró-ativo do RI na divulgação da história de investimento da companhia (“Por que investir na empresa e por que agora”?).
Portanto esse é o momento das empresas polirem as suas histórias de investimento, entenderem quais os gaps de valor que levaram à desvalorização do papel, dividindo-os entre fatores tangíveis e intangíveis e reforçar, junto aos investidores, os motivos pelos quais esses devem investir no papel.

Um trabalho pró-ativo bem feito que envolva todos os stakeholders (investidores pessoa-física e institucionais, analistas, jornalistas financeiros, funcionários, fornecedores e clientes ), pode não trazer o preço da ação de sua empresa de volta aos patamares de 2007 mas, com certeza, auxiliará na diminuição da percepção de risco, fazendo com que a empresa seja percebida de forma diferenciada no mercado e gerando valor para os acionistas.

27.abril.2009

A Força dos Investidores Individuais

Temos presenciado uma transformação notável no tipo de investidor que negocia papéis na BM&FBovespa nos últimos anos. Os investidores individuais ganham importância e demandam atenção especial das áreas de RI das empresas.

Alimentados pelo crescimento da Internet, que permite a rápida disseminação das informações e dados financeiros, pelo boom dos IPOs no período 2004 a 2007 e pela queda no custo transacional advinda do surgimento das corretoras online, investidores individuais (incluindo clubes de investimento) passaram a destinar percentual maior em aplicações de renda variável e, de forma crescente, gerenciar diretamente essas aplicações.

Observa-se a tendência de redução contínua no valor das aplicações em fundos mútuos no mundo inteiro, enquanto o número de clientes de corretoras online não para de crescer. Nos Estados Unidos, por exemplo, 49% de todo o mercado acionário está nas mãos de investidores individuais e cerca de 90 milhões de americanos possuem investimentos em ações. Em Hong Kong, cerca de 40% dos adultos negociam ações pela internet (fonte: Investment Company Institute). No Brasil, cerca de 30% do volume diário da BM&FBovespa já é representado por pessoas físicas.

Um estudo publicado em 2008 por pesquisadores das Universidades de Cornell, Duke e Austin no The Journal of Finance, mostrou que os investidores pessoa física com alta aversão a risco (a grande maioria) são responsáveis pela liquidez do papel em momentos em que os fundos precisarem entrar ou sair do mesmo.

Outro caso que ilustra a importância deste público é o da Eurotunnel (empresa responsável pela gestão do túnel entre França e Inglaterra sob o canal da mancha). Ano passado, afundada em dívidas, a empresa parecia fadada a quebrar, com grande parte dos investidores disposta a votar contra o plano de recuperação financeira proposto pelo management. Após uma campanha de comunicação focada no indivíduo, a empresa conseguiu aprová-lo na reunião de acionistas, majoritariamente com o voto a favor de investidores pessoas físicas.

Um outro ponto interessante é que, para algumas empresas, acionistas individuais e potenciais clientes são o mesmo público. A Nissan escreve em seu site de relações com investidores que um dos maiores motivos de focar em atividades para esse segmento reside no fato que “acionistas da Nissan tendem a comprar carros da Nissan”.

Há, portanto, necessidade das companhias se capacitarem para se comunicar com pessoas físicas de forma eficiente e direta, no sentido de capturarem essa importante demanda potencial para suas ações e, gerarem conseqüente valor aos acionistas.

Medidas bastante eficazes para atrair o investidor pessoa física são, por exemplo, sites de RI com customização para esse segmento, esforço integrado de comunicação por meio da imprensa financeira especializada (formadores de opinião), incentivo à participação em AGOs e AGEs por meio de instrumentos de votação pela internet (Assembléias Online) e a oferta de vantagens aos acionistas nos casos em que esses são também clientes da empresa (a Telecom Itália oferece descontos em seus planos de telefonia, por exemplo).

Participar de reuniões públicas, feiras e eventos para investidores, non-deal road shows com os clientes das principais corretoras, e o envio de informações periódicas por meio de um sistema eficiente e personalizado de mailing, são outros exemplos de como atingir esse público.

O mercado mudou e as áreas de Relações com Investidores devem também compreender e se preparar para atrair e manter os investidores individuais em suas bases acionárias. Além de um acionista menos volátil, companhias podem inclusive se beneficiar de uma fidelização e aumento de vendas junto a esse segmento e amigos/familiares.

17.abril.2009

Como identificar os fundos que realmente movimentam o seu papel?

Conhecer e dominar completamente a base de acionistas das companhias é essencial no desenvolvimento de estratégias de relações com investidores (“RI”).

Na prática isso significa muito mais do que apenas conhecer o perfil, o total de ativos administrados, a política de investimentos e a quantidade de ações detidas pelos principais fundos que compõem a base acionária (informações adquiridas por meio de um estudo de Shareholders ID). Os profissionais de RI devem, principalmente, dominar como esses acionistas reagem às decisões estratégicas da companhia e como tomam suas decisões de investimento.

O que significa dominar? Como diretores e conselheiros podem aferir esse domínio? É crucial identificar quem são os fundos que realmente impactam o valor de suas ações no mercado, os chamados movers ou, de forma mais clara, gestores que compram e vendem regularmente grandes quantidades de ações da empresa (normalmente hedge funds, fundos de pensão, fundos mútuos e até investidores individuais), e fazem com que o papel oscile na direção dessas movimentações, e entender como eles operam.

Um estudo elaborado pela McKinsey, (What makes your stock price go up and down? – Kevin Coyne e Jonathan W. Witter), com 50 grandes empresas dos EUA e Europa mostrou que o número de investidores na base acionária com potencial de influenciar de forma significativa o valor das ações é limitado.

Conhecer parte desses investidores em decorrência de reuniões/visitas, não é garantia de conseguir analisar e entender como cada ação da companhia impacta seus modelos de valuation. Conversar com grupos de investidores e analistas não é mais suficiente para desenvolver e executar uma estratégia de resultados práticos em RI.

Para atingir esse patamar de domínio (eficiência e objetividade em RI), primeiramente é preciso identificar quem são esses movers, por meio de uma análise contínua e sistemática da base acionária, cruzando essas informações com as oscilações de preço das ações.

Uma vez identificados, se faz necessária à elaboração de um perfil detalhado (e bastante sofisticado) desses investidores, entendendo seus critérios de investimento, objetivos e seus padrões de operação. Ou seja, como reagem a uma aquisição, a distribuição de dividendos, a divulgação de resultados financeiros e a todas as outras decisões estratégicas da empresa.

O formato exato desse perfil varia entre as empresas, dependendo do tipo de eventos e decisões que ela espera enfrentar. De qualquer forma, o foco do profissional de RI deve ser identificar como esses investidores reagem a eventos específicos e isso pode ser feito, por exemplo, por meio de uma ferramenta de IR-CRM que cruza continuamente as posições e movimentos da base acionária, o preço das ações da sua companhia e de pares mercadológicos (e Ibovespa) e o comportamento histórico dos acionistas.

De posse dessas informações, o RI terá condições de dominar verdadeiramente sua base acionária, prevendo os impactos das decisões tomadas pelo management no preço das ações, contribuindo proativamente para adequá-las as expectativas e, conseqüentemente, com a geração de valor para os acionistas.

6.abril.2009

CVM coloca em audiência pública minuta de Instrução sobre informações e pedidos públicos de procuração para exercício do direito de voto

A CVM colocou em audiência pública em 1º de abril minuta de Instrução que regulamenta os pedidos públicos de procuração para exercício do direito de voto nas assembléias de companhias abertas e as informações que as companhias devem fornecer aos acionistas antes das assembléias.

Visando a aumentar a transparência do processo decisório das companhias, a minuta do texto exige que certas informações e documentos sejam fornecidos aos acionistas antes das assembléias gerais, tais como currículo de candidatos a cargos na administração, proposta de remuneração de administradores e comentários sobre as demonstrações financeiras.

Em relação aos pedidos públicos de procuração, a minuta busca fomentar a participação dos acionistas no processo decisório da companhia, sobretudo através da internet. Nesse sentido, a minuta de Instrução dispõe que:

i. acionistas que representem mais de 0,5% do capital social podem incluir candidatos para o conselho de administração ou para o conselho fiscal nos pedidos públicos feitos pela administração (art. 26);
ii. as companhias que tiverem sistema eletrônico de procurações deverão permitir que acionistas com mais de 0,5% do capital façam pedidos públicos de procuração por meio desse sistema (art. 29); e
iii. a companhia que não instituir um sistema eletrônico de procurações deverá arcar com uma parcela dos custos de pedidos públicos de procuração promovidos por acionistas que representem mais de 0,5% do capital social, dentro de determinados limites (art. 30).

A minuta exige ainda que todo o material utilizado em pedidos públicos de procuração, bem como as informações e documentos relativos à assembléia, sejam colocados à disposição dos acionistas na página da CVM na internet.

Questões em que a CVM está especialmente interessada

A CVM está especialmente interessada em receber comentários sobre os seguintes pontos:

i. O parágrafo único do art. 6º da minuta determina que os documentos e informações por ela exigidos sejam divulgados na mesma data em que a assembléia for convocada, exceto se a lei exigir prazo maior. A CVM gostaria de saber dos participantes do mercado se o prazo estabelecido pela minuta é suficiente ou se ele deveria ser alongado.
ii. A minuta condiciona o direito dos acionistas de se ressarcirem junto à companhia pelas despesas que incorrerem na promoção de um pedido público de procuração à titularidade de ações que representem 0,5% do capital social. O propósito dessa regra é desestimular pedidos de procuração frívolos por parte de acionistas que não possuam interesse econômico substancial na companhia. A CVM gostaria de saber dos participantes do mercado se esse percentual de 0,5% do capital social é adequado para tal finalidade.
iii. Para desestimular a promoção de pedidos públicos de procuração de relevância duvidosa e a realização de despesas desnecessárias, a minuta prevê que somente determinadas despesas incorridas pelos acionistas poderão ser ressarcidas pela companhia: publicação de até 3 (três) anúncios em jornal, impressão e envio dos pedidos aos acionistas e honorários advocatícios. Além disso, a minuta dispõe que, caso proposta não venha a ser aprovada ou que nenhum dos candidatos seja eleito, o ressarcimento pela companhia estará limitado a 70% das despesas reembolsáveis. A CVM gostaria de ouvir a opinião dos participantes do mercado acerca desse percentual de 70% e do rol de despesas reembolsáveis.

Encaminhamento de comentários e sugestões

A minuta está disponível para os interessados na página da CVM (www.cvm.gov.br) ou clique aqui para ter acesso à íntegra do edital de audiência pública com a minuta da Instrução.

O prazo para envio para a CVM de sugestões e comentários com relação à minuta posta em audiência pública vai até o dia 1º de junho de 2009.

Queremos ouvir sua opinião. Envie para nós suas sugestões ou comentários!

2.abril.2009

Melhores Práticas – IR Global Rankings 2009

Mais de 160 empresas, de 32 países, começaram este mês com um poderoso arsenal técnico em mãos, constituído por: (i) feedbacks individuais relativos a três categorias (website de relações com investidores (RI), divulgação de informações financeiras e governança corporativa); e (ii) melhores práticas correntes de relações com investidores.

Esse material deverá contribuir significativamente com a melhoria dos programas de comunicação com o mercado e, em conseqüência, reduzir risco percebido e aumentar o valor de mercado das companhias. Essas empresas participaram da 11ª edição do IR Global Rankings.

Ao mesmo tempo em que aprenderam como melhorar suas práticas de comunicação financeira, governança corporativa e RI, as empresas participantes podem avaliar seu posicionamento em relação a empresas pares regionais e setoriais. O IR Global Rankings 2009 promoveu encontros técnicos de networking e de reconhecimento (premiação) em Nova York, Frankfurt, Taipei e São Paulo.

Dentre as razões que incentivaram a participação das empresas em 2009 e que devem mobilizar mais participantes para 2010, destacam-se:

Benchmarking: Conhecer os melhores programas de RI no mundo, independentemente do tamanho, setor ou localização geográfica da empresa e aprender como suas empresas podem melhorar suas práticas de RI, e dominar como estão posicionadas em relação aos seus pares regionais e setoriais;

Sistema Único de Ranking: Avaliações de forma técnica, com critérios universais de melhores práticas, em três categorias: website de RI (incluindo relatório anual online); procedimentos de divulgação de informações financeiras; e governança corporativa. Cada uma delas com mais de 100 itens de avaliação;

Transparência: Os critérios de avaliação são disponibilizados publicamente e os resultados são revisados por um comitê técnico independente;

+  Feedback: Cada participante do IR Global Rankings recebe um relatório de feedback individual e confidencial com notas, destaques e sugestões de melhorias. As empresas podem esclarecer eventuais dúvidas, em quaisquer das três categorias, diretamente com a equipe do IRGR por meio de teleconferências individuais. Alem do feedback individual, cada participante recebe um relatório de benchmark que destacava as melhores empresas e as melhores práticas para cada categoria;

Reconhecimento: as empresas melhor ranqueadas de suas regiões são reconhecidas em cerimônias públicas em quatro regiões do mundo e são destacadas nos site do IRGR e na página do IRGR, nos terminais Bloomberg.

19.março.2009

Razões para implantar uma comunicação adequada a todos os públicos

Quem não se comunica se trumbica. A famosa frase de Chacrinha, o Velho Guerreiro da televisão preto-e-branco, foi dita no século passado, mas continua atual. Hoje, na era da multimídia, da Web 2.0, dos smartphones e dos blogs, as empresas precisam encontrar a maneira ideal de se comunicar com seus diferentes públicos.

Para se posicionar com coerência frente a todos esses canais de relacionamento, as companhias têm percebido cada vez mais a importância da disseminação de uma mensagem unificada para investidores, imprensa, colaboradores, sociedade, clientes, fornecedores e governo, os chamados stakeholders. Ao mesmo tempo, devem considerar as necessidades e especificidades de cada um desses públicos.

Lidar com esse desafio demanda, além da articulação de esforços internos de diversas áreas da empresa, um alinhamento entre a política de comunicação e a estratégia da companhia. O quê, como, por que e para quem comunicar são decisões que impactam diretamente na reputação, na credibilidade e na imagem da organização. Logo, devem estar atreladas aos objetivos estratégicos da empresa.

Em um contexto em que as relações estão cada vez mais complexas, as pressões e demandas são recorrentes e a exposição e visibilidade tornam-se cada vez mais amplas, a adoção de práticas de comunicação integrada é essencial para o sucesso do negócio. No mundo contemporâneo, as empresas são muito mais do que máquinas, estoques, ativos físicos ou imobilizados. O valor – tanto o real quanto o percebido – do empreendimento inclui uma marca forte e uma imagem consolidada junto a públicos específicos e heterogêneos. Para isso, é fundamental otimizar tarefas, unir esforços e dar coerência às ações de comunicação.

A área de Comunicação Corporativa Integrada da MZ oferece um completo portfólio de soluções para atender às necessidades de comunicação das empresas, incluindo consultoria em comunicação, relações com a imprensa, relações públicas, comunicação interna, comunicação com investidores, comunicação da sustentabilidade e da governança corporativa, além da organização de eventos e traduções jurídico-financeiras. Se você também entende que uma comunicação adequada é um instrumento de geração de valor, fale com a gente.

12.março.2009

Divulgação sem Stress: na sua companhia é assim?

Estamos novamente em período de divulgação de resultados ao mercado e é justamente nessa época que os profissionais envolvidos no processo - relações com investidores, jurídico, marketing, contabilidade, controladoria, recursos humanos, operações, comunicação corporativa, tesouraria, planejamento estratégico, etc. - estão se prometendo nunca mais repetir os erros cometidos, nem o stress vivido.

Por que algumas companhias, apesar de reconhecidamente organizadas e eficientes, simplesmente “arrancam os cabelos” na hora de preparar uma simples divulgação de resultados? Na sua companhia é assim? Então, somos de opinião que é hora de rever o seu processo e tratar de resolver essa questão de uma vez por todas.

Para que a empresa consolide um processo de divulgação sem stress, trabalho de equipe é o nome do jogo. Para isso, é necessário que toda a equipe envolvida no processo de divulgação tenha a real compreensão do que significa trabalhar em uma empresa de capital aberto, suas obrigações perante os órgãos reguladores e as expectativas do mercado financeiro no que diz respeito às informações prestadas pela companhia. Ainda, que compreenda como funciona a mecânica da divulgação de informações, seu cronograma, prazos e responsáveis.

O processo de divulgação “estressante” fatalmente acarreta erros, baixa aderência à mensagem de investimento e à realidade dos fatos, além de gerar inconsistências e criar uma maior percepção de risco por parte dos investidores. Por outro lado, geração de informações confiáveis, disseminação da cultura de companhia aberta e gestão adequada do tempo de preparação são os principais desafios de um processo de divulgação exemplar.

Qual a importância de capacitar uma equipe multidisciplinar para atuar na preparação de uma divulgação de informações ao mercado? As cinco principais razões são:

+ Execução: Conhecer o processo de divulgação exemplar, os principais documentos que devem ser divulgados ao mercado e os erros mais freqüentes.
+ Processo: Preparar sua equipe para a implantação prática de um sistema de geração de informações confiáveis e de uma equipe de trabalho integrada.
+ Gestão do Tempo: Fazer com que a equipe envolvida na preparação das informações a serem divulgadas ao mercado conheça o cronograma de uma divulgação exemplar.
+ Cultura: Quebrar as barreiras interdepartamentais e criar núcleos de sustentação à cultura de companhia aberta.
+ Disseminação: Preparar profissionais para integrarem os diversos comitês ligados à comunicação corporativa com o mercado de capitais (comitês de divulgação, negociação, gerenciamento de crises, gestão e controle de vazamento de informações, e criação de valor).

Enfim, é importante que todos os envolvidos no processo de divulgação saibam ser RI’s, de certa forma, ou pelo menos tenham consciência da importância do que está sendo executado e da responsabilidade de cada um no processo de divulgação e o quanto o sucesso, ou o fracasso, podem impactar na percepção da companhia pelo mercado como um todo.

Do ponto de vista prático, é preciso revisar e consolidar o sistema “processo, execução e gestão do tempo” da preparação para divulgação. Isto significa implantar um sistema confiável de geração de informações, bem como capacitar a equipe de trabalho a conhecer e respeitar os deadlines legais e a conduzir um processo de divulgação exemplar.

Alivie a dor da preparação para a divulgação de sua companhia, capacitando os colaboradores que participam do processo. A MZ University (www.mzuniversity.com.br) está à sua disposição para propor e conduzir um programa de capacitação
in-company que atenda às suas necessidades específicas e aos seus objetivos de uma divulgação exemplar.

5.março.2009

Chegou a hora dos bons RI’s provarem que são realmente bons!

Em Relações com Investidores, tudo o que era fácil já foi feito. Atualmente, com o mercado atravessando mais um de seus momentos de crise, os bons RI’s precisam provar que são realmente bons!

Com a economia, o mercado de capitais e as companhias alternando bons e maus momentos, a consistência do programa de comunicação integrada e o comprometimento dos RI’s com as melhores práticas de acessibilidade e inteligência de mercado é que vão fazer a diferença.

A lógica do mercado tem se alterado, a importância dos fundos com estratégia focada de investimentos tem aumentado e o nível de cobertura das companhias vem sendo reduzido, com menos instituições dedicadas à análise e valuation e equipes técnicas mais enxutas.

Com os analistas e investidores valorizando sempre de forma mais adequada as empresas que não surpreendem o mercado, seja negativa, ou positivamente, administrar expectativas é tarefa contínua e fundamental.

Em decorrência, o RI precisa aprimorar sua capacidade de diálogo e persuasão com os investidores mais adequados à mensagem de investimento da companhia e ser capaz de convencê-los que a companhia tem fundamentos sólidos e é uma excelente oportunidade para investimentos, e agora.

Mas, se a administração de expectativas e a geração de percepção de valor são atividades fundamentais, a gestão eficiente da base acionária é vital e, para isso, o RI deve recorrer à utilização das ferramentas de inteligência de mercado, cada vez mais desenvolvidas.

Isso permitirá a identificação de potenciais investidores que ainda não são acionistas correntes e o desenvolvimento de um programa de visitas focado e efetivo para vender a mensagem de investimento da companhia e mostrar suas vantagens competitivas e diferenciais em relação aos pares mercadológicos.

Atuando de forma pró-ativa e dispondo de adequadas ferramentas de inteligência de mercado, o profissional de RI será devidamente valorizado pela taxa de conversão de potenciais acionistas, em acionistas efetivos com perfil estratégico adequado à companhia.

Aí, sim, estará provado que ele é um SuperRI!

27.fevereiro.2009

Como economizar até 40% do custo anual com publicidade legal?

Há mais de sete anos, como conseqüência da demanda de seus clientes de consultoria/serviços de comunicação financeira e de relações com investidores por redução de custos com publicidade legal, a MZ organizou uma unidade de negócio independente (“MZ Legal”) com o objetivo de agregar significativo valor aos seus clientes, assegurando redução nesses custos anuais em até 40%.

O conceito desse novo negócio foi rapidamente e bem assimilado pelo mercado. O diferencial da MZ Legal é aliar a estrutura de uma agência tradicional com profissionais especializados em resumir e compactar atas, fatos relevantes e demonstrações financeiras, com reais economias de espaço em jornal. A economia de custos estimada em até 40% não considera eventual alternativa de troca de veículos de publicação e traz, também, um componente importante de comunicação corporativa e posicionamento de imagem institucional, em linha com a mensagem de investimento das companhias.

Por ser parte integrante de uma empresa de consultoria/serviços de relações com investidores, que domina a legislação aplicável, a MZ Legal viabiliza:

+ serviço especializado completo: conceituação da publicidade legal, resumo/extrato, compactação, imagem institucional, criação/diagramação dos anúncios, aprovação para publicação e demais serviços de arquivo e registro nas Juntas Comerciais;

+ serviço exclusivo complementar de posicionamento institucional, aumentando a abrangência das publicações legais, com distribuição complementar por e-mail e canais selecionados de distribuição (eventualmente wires);

+ apoio quanto à otimização de propostas comerciais dos jornais e disponibilização do balanço diagramado em formato A4 para impressão e/ou disponibilização no website de RI das companhias;

+ assessoria aos clientes nas divulgações de artigos técnicos para o mercado financeiro e anúncios institucionais.

Para saber mais sobre como cortar drasticamente seus custos com publicidade legal e conseguir mais valor para a sua companhia, basta contatar nossa equipe de especialistas:

Claudia Metran  (11) 3529-3897
Michelle Martins (11) 3529-3563
Sulamita Munhoz (11) 3529-3675
Tatiana Benevides (11) 3529-3833
e-mail: mzlegal@mz-ir.com

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