


Rodolfo Zabisky
www.mz-ir.com
A MZ é a empresa líder na América Latina em consultoria de relações com investidores, serviços financeiros e comunicação integrada. Fundada em 1999, a empresa revolucionou o mercado focando em inovação e personalização no atendimento aos clientes. A MZ possui atualmente 250 profissionais e mais de 300 clientes em dez países. Em 2007, a Companhia conquistou dois prêmios de empreendedorismo concorrendo com empresas de todo o Brasil: Endeavor-EXAME PME (categoria inovação) e Revista PEGN-FGV (categoria crescimento). Entre os serviços prestados pela MZ destacam-se: estruturação de companhias para abertura de capital (valuation, governança corporativa, draft de prospecto, management presentation e treinamento para roadshow), planejamento e operacionalização de programas globais de relações com investidores, treinamento, inteligência de mercado (geração de valor, análises setoriais, targeting de investidores e administração de expectativas e de base acionária), assessoria de comunicação financeira/negócios, reestruturação financeira e project finance, elaboração de relatórios anuais e de sustentabilidade, teleconferências, webcasts, eventos com investidores, traduções jurídico-financeiras e publicidade legal. A Companhia disponibiliza a seus clientes três programas inovadores e exclusivos: IR Global Rankings™, Divulgação Exemplar™ e Assembléias Online™ e a unidade de treinamentos corporativos - MZ University.
16.outubro.2008
No meio da atual turbulência financeira global, que trouxe impactos severos para os investidores e os gestores das empresas de capital aberto, a importância dos profissionais de RI é sem dúvida colocada à prova. Para piorar as coisas, a preocupação geral de inevitável desaquecimento da economia global certamente tem deixado estes profissionais desconfortáveis.
A MZ acredita que a situação do mercado atual oferece oportunidades para a alta gestão e os conselheiros de administração da empresa focarem no que é realmente importante na interação com o mercado de capitais: identificando e medindo os principais drivers de valor para as ações da sua companhia e agindo de forma pró-ativa na busca de melhorar como a empresa é vista em relação a seus pares.
Agora, mais do que nunca, é crucial para os profissionais de RI realmente conhecer quem são seus investidores e o que está por trás de suas teses de investimento, de forma a focar nos que são mais adequados para sustentar as ações, e suas eventuais oscilações de preço no curto, médio e longo prazos. Ao identificar e atrair a base acionária adequada, as empresas aumentam as chances de seus investidores alcançarem retornos superiores com suas ações no longo prazo.
A MZ tem continuamente aconselhado seus clientes que profissionais de RI devem procurar formas pró-ativas de ganhar e manter a credibilidade com a comunidade de investimento, e um sólido programa de RI é extremamente importante. Neste sentido, nas últimas semanas, a MZ concluiu a estruturação e lançou o conceito de “Painel de Controle para Geração de Valor”, que visa ajudar companhias a identificar quais investidores são responsáveis pelos movimentos chave na volatilidade das suas ações, quais são as estratégias de negócios e como eles fazem as decisões de investimentos. Monitorar de forma correta os movimentos da base acionária da empresa pode ajudar os diretores a entender as tendências de investimentos de seus acionistas em diferentes cenários.
Adicionalmente, o “Painel de Controle para Geração de Valor” foi estruturado para ajudar a alta gestão da empresa a medir, entender e influenciar a desempenho de RI, de forma a: (i) avaliar continuamente como os analistas sell-side estão sendo administrados e se suas opiniões estão convergindo (menor desvio padrão em relação ao grupo de pares) para o mesmo lugar – “sua companhia é o que o mercado percebe” – quanto menor o risco percebido maior o preço relativo das ações; e (ii) avaliar continuamente a solidez de sua “equipe de vendas de RI” – quanto maior a habilidade de converter alvos dentre os investidores, maior a demanda e, conseqüentemente, maior o preço relativo das ações.
A MZ acredita fortemente que profissionais de RI têm um papel cada vez mais importante na criação de valor para os acionistas das empresas, e durante tempos pouco racionais do mercado, como os atuais, estes são apenas alguns dos importantes passos que podem ser tomados para reduzir cenários de stress.
Para conhecer mais sobre o “Painel de Controle para Geração de Valor”, por favor, entre em contato com Bruno Rampazzo – bruno.rampazzo@mz-ir.com
2.outubro.2008
O mundo está vivendo uma crise financeira global e os preços das ações das empresas estão sofrendo. Enquanto o Senado americano estava votando os detalhes de um plano de resgate, a MZ promoveu, ontem, sua teleconferência para discutir a 11ª edição do Annual IR Global Rankings and Awards Survey. O replay dessa teleconferência pode ser acessado no banner “webcast” na homepage www.irglobalrankings.com.Acreditamos que a implementação de melhores práticas de comunicação com o mercado de capitais e procedimentos de divulgação que respeitem a equidade de tratamento têm o poder de ajudar empresas a conquistar e manter a confiança dos investidores. Uma sólida comunicação com o mercado de capitais é prioridade fundamental para profissionais de RI e de governança corporativa, uma vez que a geração de valor (preço das ações) e a percepção de risco podem ser administrados.
O período de inscrições para o IR Global Rankings 2009 teve início ontem, 1º de outubro. Para inscrever-se, acesse o site de internet www.irglobalrankings.com - banner “register here” - ou digite IRGR <GO> em seu terminal Bloomberg. Caso ainda você não tenha recebido seu exemplar da revista IRGR 2008, você pode solicitar sua cópia ou fazer o download do pdf no nosso site.
5 razões para se inscrever no IRGR em 2009:
1) Benchmarking - Conheça os melhores programas de RI do mundo, saiba como você pode melhorar suas práticas e veja como sua empresa está posicionada em relação aos seus pares regionais e setoriais;
2) Sistema de classificação diferenciado - Pesquisas extensivas realizadas por equipes próprias junto a companhias de capital aberto e investidores, com suporte especializado de auditores e advogados independentes;
3) Transparência - Os critérios do ranking são amplamente disseminados e todos os resultados são avaliados por um comitê técnico de profissionais independentes;
4) Feedback - Os participantes recebem um relatório personalizado com feedback baseado em uma avaliação técnica, que é discutido posteriormente em uma teleconferência individual com a equipe do IRGR;
5) Reconhecimento - As empresas com melhor classificação são premiadas (as cerimônias acontecerão em quatro locais diferentes do globo no início de 2009) e os vencedores aparecerão na página do IRGR e nos terminais Bloomberg, recebendo ampla publicidade.
Para mais informações, visite o nosso site, www.irglobalrankings.com, ou digite IRGR <GO> no seu terminal Bloomberg.
19.setembro.2008
Publicação: Valor Econômico – 19/09/2008 -Página D9
Nos dias 11 e 12 de setembro a MZ realizou, no WTC/SP, a sua conferência de varejo reunindo analistas, investidores e administradores de 18 das mais importantes empresas do setor de varejo, consumo, vestuário e alimentos do Brasil. Cada uma das empresas participantes, além de conduzir uma reunião plenária, aberta a todos os presentes, realizou em média 6 reuniões “one-on-one”.
O evento contou com a presença de mais de 80 fundos de investimento e analistas, locais e estrangeiros. O total administrado pelos gestores dos fundos presentes ultrapassou R$25 bilhões, com o perfil de investimento indicado na figura.
Além da exposição aos fundos de investimento, os administradores das 18 empresas presentes interagiram com os mais de 15 analistas de “sell-side” que também participaram do evento. A MZ incentiva a exposição contínua das empresas abertas a esses profissionais, visto que eles são os grandes formadores de opinião no mercado de capitais. A presença maciça dos analistas que cobrem o setor de varejo, consumo, vestuário e alimentos demonstra a importância dessa iniciativa.
As informações colhidas pela MZ junto aos fundos de investimento e analistas antes, durante e após o evento, serviram de base para a realização de um estudo detalhado de análise setorial. Tal estudo objetivou mapear e identificar as percepções do mercado sobre a situação atual e perspectivas futuras do setor, bem como enfatizar os principais “drivers” e múltiplos considerados pelos analistas e suas projeções de crescimento para as diversas empresas.
O mapeamento do perfil dos fundos que investem nessa indústria (varejo, consumo, vestuário e alimentos) melhorará o entendimento da base acionária das empresas que poderão, não só direcionar seus esforços de RI para o público alvo mais adequado, como também melhorar a qualidade de sua comunicação com o mercado. A compreensão no detalhe das projeções macros dos analistas facilita a administração das expectativas e a redução de eventuais “gaps de valor”.
11.setembro.2008
Publicação: Valor Econômico – 11/09/2008 - Página D6
A Lei das S.A. instituiu o Conselho de Administração como figura obrigatória para as empresas abertas. Assim, e à luz das melhores práticas de Governança Corporativa, estamos lançando nosso mais novo produto para auxiliar no processo de tomadas de decisões e de gerenciamento das atividades relacionadas de empresas de capital aberto.
Objetivo da Plataforma de Governança Corporativa: A plataforma de governança corporativa tem como principal objetivo utilizar tecnologias Web para promover a transparência, equidade, accountability e responsabilidade coorporativa da empresa. A plataforma deve contemplar um vasto leque de recursos compatíveis com as melhores práticas em Governança Coorporativa conforme o Código Brasileiro em vigor desde o seu lançamento (maio de 1999).
Preparação para ERP do Mercado de Capitais: Contando com uma interface intuitiva, navegabilidade simples e direta, a plataforma de governança corporativa é mais um dos pilares de apoio na construção de um sólido ERP corporativo (Enterprise Resource Planning ou Sistemas Integrados de Gestão Empresarial), de forma a assegurar segurança na execução das tarefas, proporcionando integração com outras plataformas de gerenciamento (figura abaixo).

Principais Funcionalidades da Plataforma de Governança Corporativa: Conforme as melhores práticas em Governança Corporativa, sistema desenvolvido é interativo e possui recursos que auxiliam na administração dessa prática. Órgãos da administração, reuniões, composições, documentos, obrigações periódicas, auditoria entre outras funcionalidades, estão contempladas na primeira versão do produto.
O ciclo de utilização da aplicação também contempla: dashboard (página principal da plataforma), perfis, empresa, órgãos da administração, reunião, obrigações periódicas e auditoria. Para mais informações, entre em contato pelo e-mail governança@mz-ir.com.
4.setembro.2008
Publicação: Valor Econômico – 04/09/2008 - Página D6
Si se puede! diriam nossos colegas da MZ México.
MZ México.Uma análise do perfil dos profissionais de relações com investidores (“RI”) mais conceituados no mercado indica que existem algumas similaridades, adicionalmente aos essenciais bons conhecimentos de finanças, valuation e custo/estrutura de capital: (i) profundo domínio do negócio/mercado, dos concorrentes, do modelo da companhia e suas vantagens competitivas (SWOT); (ii) excelência em comunicação e capacidade de venda (por que comprar ações da empresa e por que agora?); e (iii) inglês fluente (próximo do nativo).Um profissional com esse perfil está no caminho certo para ser um “SUPER RI”, precisando apenas dominar as três atribuições principais do RI, conhecimento esse que pode ser aprendido em curto espaço de tempo:
1. O que é mandatório pelos órgãos reguladores (CVM, SEC, bolsas, etc.) e como cumprir (operacionalizar) esses requisitos legais?
2. O que é voluntário e bem-recebido pelo mercado (guidance, programa de comunicação, releases de resultado, teleconferências, etc.), e como operacionalizar tais atividades?
3. O que é necessário para gerar valor, administrar expectativas e administrar a base acionária da companhia?
Nesse sentido, a MZ University desenvolveu um programa exclusivo in-company para capacitação de profissionais que tenham o perfil adequado (“DNA” de um sólido profissional de RI), conforme identificado acima: “SUPER RI: identificação de talentos internos e capacitação de profissionais”. Esse programa é dividido em três etapas:
1. Identificação: A MZ University e os administradores da companhia identificam, dentre os profissionais do quadro interno da companhia, aquele que possui o DNA do SUPER RI;
2. Capacitação: O profissional selecionado é submetido a um programa de imersão em Relações com Investidores, que inclui: ferramentas de RI, vendas (RI é marketing!!!), técnicas de apresentação para investidores e analistas, fluência em inglês, governança corporativa, relacionamento com a imprensa, comunicação corporativa, valuation, estrutura e custo de capital, administração de expectativas, administração de base acionária e geração de valor.
3. Coaching: O profissional capacitado estrutura suas atividades operacionais e inicia os trabalhos em RI com a supervisão e feedback da MZ University.
A MZ entende que o maior valor agregado do programa “SUPER RI”, se comparado à alternativa de recrutar profissionais no mercado que atuam em outras indústrias, é conseguir atingir eficiência máxima desse importante porta-voz, em curto espaço de tempo e com excelente custo-benefício.
28.agosto.2008
Publicação: Valor Econômico – 28/08/2008 - Página D18
A MZ University oferece capacitação in-company, customizando seus programas de acordo com as reais necessidades das empresas e os níveis hierárquicos a que se destinam. Dentre os principais programas desenvolvidos (detalhes no site www.mzuniversity.com.br) destacam-se:
1. Identificação Interna de Talentos e Capacitação de Profissionais de RI (“Super RI”): Integral apoio às empresas para estabelecer e praticar um programa de comunicação com o mercado financeiro, valorizando os profissionais internos que conheçam o negócio, os drivers de crescimento do setor e a cultura empresarial, assim como o posicionamento dos pares mercadológicos. O programa é dividido em 3 etapas (Recrutamento Interno, Capacitação Profissional e Coaching).
2. Coaching para Roadshows: Apoio às empresas na montagem, aperfeiçoamento da apresentação e treinamento de executivos no discurso e na seção de perguntas e respostas de roadshows com investidores.
3. Capacitação em Relações com Investidores: Destinado ao público interessado em aprofundar seus conhecimentos no funcionamento e posicionamento estratégico de um departamento de Relações com Investidores.
4. Comunicação Estratégica na Percepção de Valor das Empresas: Destinado à conscientização da importância estratégica da empresa de se comunicar adequadamente com todas suas audiências.
5. Media Training: Um dos diferenciais desse programa é o alinhamento de executivos com a realidade da empresa de capital aberto, com todas as implicações pertinentes, de modo a potencializar a comunicação, sem perder de vista a mensagem de investimento e as restrições legais.
6. Controle e Prevenção quanto a Vazamento de Informações: Destinado à conscientização e prevenção de vazamento de informações confidenciais e privilegiadas.
21.agosto.2008
Publicação: Valor Econômico – 21/08/2008 - Página D5
Trabalho em equipe é o nome do jogo. Alivie a dor da preparação para divulgação, capacitando as equipes que participam do processo.
A temporada de divulgações de resultados do trimestre acabou e é justamente nessa época que os profissionais envolvidos no processo de divulgação de informações ao mercado – relações com investidores (“RI”), controladoria, operações, comunicação, planejamento, etc. – estão se prometendo nunca mais repetir os erros cometidos e o stress dessa última divulgação.
Ocorre que o intervalo entre divulgações é suficientemente longo para se esquecer do stress e curto demais para se implementar modificações necessárias que visem melhorar o processo. Além disso, freqüentemente se esbarra no ditado: “santo de casa não faz milagre”.
Em nossa visão, a solução desse mal pode ser mais simples do que se imagina. Trata-se da velha máxima que aprendemos em histórias em quadrinhos ou mesmo em desenhos animados: “tudo se pode, quando o trabalho é realizado em equipe”.
Trabalho em equipe é o nome do jogo. Para isso, é necessário que toda a equipe envolvida no processo de divulgação tenha conhecimento do que está ocorrendo, compreendendo como funciona a mecânica da divulgação de informações, seu cronograma, prazos e responsáveis.
Todos os envolvidos no processo divulgação de informações devem ter a real compreensão do que significa trabalhar em uma empresa de capital aberto, suas obrigações perante os órgãos reguladores e as expectativas do mercado financeiro, no que diz respeito às informações prestadas pela companhia.
Enfim, é importante que todos os envolvidos no processo de divulgação saibam ser RIs, de certa forma, ou pelo menos tenham consciência da importância do que está sendo executado e da responsabilidade de cada um no processo de divulgação, e o quanto o sucesso ou o fracasso podem impactar na percepção da companhia pelo mercado.
Nesse sentido, a MZ University está promovendo o seminário “Processo de Divulgação sem Stress”, dia 22/9/2008, no Hotel Blue Tree Towers Faria Lima, em São Paulo. Para quem sofre com divulgações, vale a pena conferir o evento. Para mais informações sobre o seminário acesse o site www.mzuniversity.com.br
14.agosto.2008
Publicação: Valor Econômico – 14/08/2008 - Página D1
O XBRL (eXtensible Business Reporting Language) e as IFRS (International Financial Reporting Standards) são temas cada vez mais presentes na agenda de empresas de capital aberto e de investidores. No informe da semana passada, tratamos das normas IFRS.
O XBRL é uma linguagem eletrônica que trabalha com o conceito de taxonomias, ou seja, utiliza-se de uma correlação entre “linguagem” e “item/conta contábil” (caixa, ativo total, lucro líquido, etc.) das demonstrações financeiras. Dessa maneira, mantém respeito às normas contábeis de cada país, ao mesmo tempo em que facilita os processos de conversão e harmonização das demonstrações financeiras, uma vez que permite identificar se um rótulo ou conta contábil é um item monetário, acumulado, percentual ou não.
Internacionalmente o XBRL é uma realidade muito próxima e latente. O IASB (International Accounting Standarts Board) acaba de divulgar sua própria taxonomia das IFRS. Nos EUA, a SEC (equivalente à CVM) tornou obrigatória a publicação das demonstrações anuais de 2008 (elaboradas em US GAAP – padrões contábeis americanos) em XBRL para as 500 maiores empresas listadas naquele mercado.
No Brasil, as iniciativas de XBRL já estão avançadas e começaram em 2004: o TECSI / USP, liderado pelo Prof. Dr. Edson Riccio, vem pesquisando o XBRL e sua taxonomia para as normas contábeis brasileiras. Em 2007, apoiado pela equipe de tecnologia da MZ Consult e pelos professores Edmir Carvalho e Artur Bueno, o Prof. Riccio desenvolveu o protótipo da taxonomia brasileira. Esse trabalho embasará a tecnicamente a Jurisdição do XBRL Brasil, que será gerida pelo CFC (Conselho Federal de Contabilidade).
Algumas empresas brasileiras de capital aberto já têm experiência com o XBRL em função dos arquivamentos no mercado norte-americano realizados pela MZ Consult: a Petrobras e a Net Serviços foram precursoras do XBRL no País, para a divulgação de suas demonstrações financeiras em US GAAP. Mais recentemente, Banco Bradesco e Brasil Telecom também aderiram à nova linguagem.
A MZ University promove, com patrocínio da KPMG, no próximo dia 20 de agosto, no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, o Seminário “IFRS e XBRL: A Divulgação de Resultados do Futuro”. Para mais informações, visite o site www.mzuniversity.com.br e acesse o programa, ou envie um e-mail para mzuniversity@mz-ir.com.
7.agosto.2008
Publicação: Valor Econômico – 07/08/2008 - Página C4
A data limite para adoção das IFRS (International Financial Reporting Standards) está se aproximando e, no mesmo ritmo, ainda com dúvidas e questionamentos. Paralelamente, o XBRL (eXtensible Business Reporting Language) está se tornando uma realidade para as maiores empresas norte-americanas em 2009. Quando consolidados esses dois processos, a divulgação de resultados das companhias abertas brasileiras será bem diferente daquilo que conhecemos hoje.
Para começar, os padrões contábeis com os quais estamos acostumados passarão por modificações, o que trará impacto nos resultados, balanços e indicadores utilizados para diversas finalidades, como: obtenção de créditos, avaliação de fusões e aquisições, recomendação de investimentos e ratings.
Adicionalmente, como as lFRS não se baseia apenas em regras escritas, será necessário permear a nova “cultura de princípios” por toda a organização, bem como promover o alinhamento interno frente os novos padrões. E a decisão sobre como ajustar culturalmente as empresas será um desafio que caberá somente à alta administração.
No que tange a comunicação com o mercado de capitais, entender antecipadamente esses impactos para a correta divulgação e antever as necessidades de explanações sobre eles torna-se fundamental para capitalizar a credibilidade.
A MZ University promove, com patrocínio da KPMG, no próximo dia 20 de agosto, no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, o Seminário “IFRS e XBRL: A Divulgação de Resultados do Futuro”. Para mais informações, visite o site www.divulgacaoexemplar.com.br e acesse o programa, ou envie um e-mail para mzuniversity@mz-ir.com.
31.julho.2008
Publicação: Valor Econômico – 31/07/2008 - Página D5
Lançado pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) em 2005, o ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial chega à sua terceira revisão de composição da carteira com a divulgação do questionário 2008.
Para fazer parte desse seleto grupo, as empresas elegíveis (detentoras das 150 ações mais líquidas) respondem a um extenso questionário sobre suas práticas nos âmbitos social, ambiental e econômico, além das dimensões de governança corporativa e natureza do produto.
A carteira, divulgada em novembro de 2007 e que será renovada em dezembro deste ano, engloba 40 ações de 32 empresas pertencentes a 13 setores distintos. Juntas, elas somavam, naquela data, R$ 927 bilhões em valor de mercado e respondiam por 40% da capitalização da Bovespa. Em 2007, 62 empresas responderam ao questionário.
Com o crescimento dos Fundos SRI (Socially Responsible Investing), a tendência é que a participação das companhias aumente a cada ano. Se em 2001 havia apenas um fundo socialmente responsável no Brasil, hoje já são sete com essas características, somando patrimônio líquido de R$ 1,3 bilhão. Isso sem mencionar o patrimônio desses fundos no exterior. Visando entrar no radar desses gestores, muitas empresas passaram a dar maior importância à sustentabilidade e colocá-la na agenda de suas discussões.
Para as companhias que já possuem sólidas práticas de sustentabilidade incorporadas em sua gestão, estar no ISE é uma conseqüência natural. Mas não por isso fácil. Já para aquelas empresas que preenchem pela primeira vez o questionário, o desafio é ainda maior, pois, além de envolver o levantamento de informações e evidências de diversas áreas da companhia, chama a atenção para questões sobre as quais, algumas vezes, não se havia pensado antes.
Quando a equipe de relações com investidores lidera esse processo, a busca por apoio em outras áreas da companhia é obrigatória. E para conquistar a colaboração de todos, o engajamento é fundamental. Na maioria das vezes, as equipes estão atarefadas com suas atividades internas e precisam encaixar, em meio a sua rotina, essa nova demanda. Por isso, quanto maior o engajamento das diversas áreas, maiores as chances de a companhia contar com a cooperação de todos e obter um resultado final bastante satisfatório.
O questionário do ISE pode, portanto, se configurar como uma oportunidade mais ampla: a de compartilhar experiências e percepções, bem como de discutir e repensar as práticas adotadas pela companhia. Se visto sob essa ótica, em vez de ser encarado como uma “tarefa a mais”, o preenchimento se converte em um momento produtivo para o diálogo entre as áreas e até mesmo em um norteador de uma gestão pautada na sustentabilidade.
Estar na carteira, claro, é o que todas as companhias que preenchem o questionário almejam. E justamente por este motivo, o ISE acabou por se tornar um importante indutor de boas práticas e um estímulo à transformação.




