Rodolfo Zabisky
www.mz-ir.com

A MZ é a empresa líder na América Latina em consultoria de relações com investidores, serviços financeiros e comunicação integrada. Fundada em 1999, a empresa revolucionou o mercado focando em inovação e personalização no atendimento aos clientes. A MZ possui atualmente 200 profissionais e mais de 280 clientes em dez países. Em 2007, a Companhia conquistou dois prêmios de empreendedorismo concorrendo com empresas de todo o Brasil: Endeavor-EXAME PME (categoria inovação) e Revista PEGN-FGV (categoria crescimento). Entre os serviços prestados pela MZ destacam-se: estruturação de companhias para abertura de capital (valuation, governança corporativa, draft de prospecto, management presentation e treinamento para roadshow), planejamento e operacionalização de programas globais de relações com investidores, treinamento, inteligência de mercado (geração de valor, análises setoriais, targeting de investidores e administração de expectativas e de base acionária), assessoria de comunicação financeira/negócios, reestruturação financeira e project finance, elaboração de relatórios anuais e de sustentabilidade, teleconferências, webcasts, eventos com investidores, traduções jurídico-financeiras e publicidade legal. Adicionalmente à estrutura de treinamentos corporativos, a Companhia disponibiliza a seus clientes três programas inovadores e exclusivos: IR Global Rankings™, Divulgação Exemplar™ e Assembléias Online™.

27.fevereiro.2009

Como economizar até 40% do custo anual com publicidade legal?

Há mais de sete anos, como conseqüência da demanda de seus clientes de consultoria/serviços de comunicação financeira e de relações com investidores por redução de custos com publicidade legal, a MZ organizou uma unidade de negócio independente (“MZ Legal”) com o objetivo de agregar significativo valor aos seus clientes, assegurando redução nesses custos anuais em até 40%.

O conceito desse novo negócio foi rapidamente e bem assimilado pelo mercado. O diferencial da MZ Legal é aliar a estrutura de uma agência tradicional com profissionais especializados em resumir e compactar atas, fatos relevantes e demonstrações financeiras, com reais economias de espaço em jornal. A economia de custos estimada em até 40% não considera eventual alternativa de troca de veículos de publicação e traz, também, um componente importante de comunicação corporativa e posicionamento de imagem institucional, em linha com a mensagem de investimento das companhias.

Por ser parte integrante de uma empresa de consultoria/serviços de relações com investidores, que domina a legislação aplicável, a MZ Legal viabiliza:

+ serviço especializado completo: conceituação da publicidade legal, resumo/extrato, compactação, imagem institucional, criação/diagramação dos anúncios, aprovação para publicação e demais serviços de arquivo e registro nas Juntas Comerciais;

+ serviço exclusivo complementar de posicionamento institucional, aumentando a abrangência das publicações legais, com distribuição complementar por e-mail e canais selecionados de distribuição (eventualmente wires);

+ apoio quanto à otimização de propostas comerciais dos jornais e disponibilização do balanço diagramado em formato A4 para impressão e/ou disponibilização no website de RI das companhias;

+ assessoria aos clientes nas divulgações de artigos técnicos para o mercado financeiro e anúncios institucionais.

Para saber mais sobre como cortar drasticamente seus custos com publicidade legal e conseguir mais valor para a sua companhia, basta contatar nossa equipe de especialistas:

Claudia Metran  (11) 3529-3897
Michelle Martins (11) 3529-3563
Sulamita Munhoz (11) 3529-3675
Tatiana Benevides (11) 3529-3833
e-mail: mzlegal@mz-ir.com

19.fevereiro.2009

Conheça o IR–CRM

Investor Relations - Customer Relationship Management

 

As ferramentas de gestão destinadas a prover suporte à administração das companhias e a diferenciar seu processo de comunicação são indispensáveis. Nessa direção, o CRM foi criado para definir toda uma classe de ferramentas que automatizam as funções de contato e relacionamento das companhias com seus públicos estratégicos.

Essas ferramentas se apóiam em sistemas informatizados e pressupõem uma importante mudança na atitude corporativa que consiste em criar e gerenciar os relacionamentos da companhia com seus stakeholders, armazenando e
inter-relacionando, de forma inteligente, informações sobre suas percepções e interações com a organização.

Conhecer as necessidades dos públicos estratégicos já não é mais considerado um diferencial, mas requisito básico para que haja a conquista de credibilidade e fidelidade. Assim, quanto mais informações a companhia tiver sobre eles, mais viável será conquistar a sua confiança.

O CRM tem também a finalidade de resgatar essa relação que, em muitos casos, anda extremamente desgastada. Não é suficiente identificar os inúmeros stakeholders da companhia, mas conhecê-los de forma detalhada e investir na qualidade desse relacionamento e na construção de um vínculo sólido que dê sustentação para que esta relação seja duradoura e a empresa adequadamente percebida.

Com o uso do CRM, módulo RI, ferramenta que a MZ criou para apoiar o trabalho de comunicação dos profissionais de Relações com Investidores com seus stakeholders, o relacionamento entre as companhias e seus públicos estratégicos se desenvolve em um clima profissional, de confiança e com estabilidade.

O IR-CRM da MZ é um eficiente sistema de gerenciamento de contatos, atividades e base acionária, desenvolvido de forma totalmente ajustada às características brasileiras das áreas e atividades de Relações com Investidores.

Proporcionando o macro gerenciamento dos públicos estratégicos das companhias, o IR-CRM da MZ é um sistema
web-based com acesso criptografado que possibilita, portanto, que os profissionais de RI possam acessar seus dados de qualquer computador, via internet.

Com o IR-CRM da MZ o gerenciamento da área de RI é otimizado, permitindo o desenvolvimento de uma estratégia de comunicação com os investidores e tornando possível o registro histórico do relacionamento com analistas sell side e buy side, administradores de recursos, investidores institucionais e individuais, mídia, entre outros públicos relacionados.

Possibilitando o monitoramento da evolução da base acionária, o IR-CRM da MZ permite visualizar as posições acionárias, os novos acionistas, as variações positivas e negativas de suas posições, além de agrupar os acionistas pelo administrador, com a vantagem de acessar as posições consolidadas de sua base e exportar todas as informações em formato Excel.

O IR-CRM da MZ tem prazo de implantação curto, baixo custo operacional e integra-se de forma harmoniosa com o Painel de Controle para Geração de Valor, composto por sistemas de website, mailing, webcast inteligente, plataforma de governança corporativa e Assembléias Online, dentre outros sistemas-gerenciais complementares.

A MZ pode ajudá-lo a conhecer melhor os stakeholders de sua companhia e a gerenciar de forma eficaz esses relacionamentos. Estamos preparados a apoiá-lo na implantação do IR-CRM e na monitoração da geração de percepção de valor decorrente.

 

13.fevereiro.2009

Não é tempo de acomodação, nem de sonhar o sonho dos vencedores

Relações com Investidores é investimento, não é custo

Tratar a atividade de Relações com Investidores como custo, e não como investimento, é um dos caminhos mais “rápidos e eficazes” para levar uma companhia a amargar depressão de seu valor percebido.

Algumas organizações, no entanto, ainda não se conscientizaram que o atual momento não é o mais adequado para congelar, ou reduzir, os orçamentos das áreas e atividades de RI, mas, ao contrário, de reforçá-los para capitalizar futuros ganhos de percepção de valor.

Investir em comunicação corporativa e relações com investidores durante a crise é o melhor caminho para se colher frutos de geração de valor aos acionistas na retomada do mercado de capitais, o que é apenas uma questão de tempo.

O momento é de se organizar, cristalizar as bases de uma comunicação corporativa eficaz, rever a política de disclosure da companhia e implantar ferramentas e mecanismos de acessibilidade e inteligência de mercado.

Para ilustrar o post de hoje, vamos imaginar a seguinte cena: disparado o alarme em um quartel do corpo de bombeiros, os policiais do fogo e das emergências correm em direção ao veículo já pronto e equipado e se dirigem em alta velocidade ao local do sinistro. É certamente o bom senso que indica essa postura tempestiva e recomenda a ação imediata diante da urgência.

Em contrapartida, em períodos com menor nível de atividade operacional, a brigada de bombeiros se prepara para o próximo pico de atividades enfatizando a preparação física da tropa e a manutenção cuidadosa dos equipamentos, de forma a dispor de policiais treinados, sistemas e processos testados e máquinas preparadas para uma ação eficaz, tudo pronto antes que o próximo sinistro ocorra.

Da mesma forma, na atual crise do mercado de capitais, ao invés de reduzir ao mínimo as atividades de Relações com Investidores, somos da opinião que as companhias deveriam se ocupar em capacitar suas equipes de RI e planejar, implantar e testar processos e sistemas de comunicação que permitam uma ação rápida e eficaz quando o mercado voltar a se aquecer.

É hora de abandonar a velha idéia que RI é custo e passar a avaliar a importância estratégica e o alto retorno que essa atividade pode apresentar se bem executada.

Não é fácil ser adequadamente percebido em um momento de crise como o atual, predominantemente marcado por cautela, desmotivação e até mesmo descrédito, competição por exposição em um mundo globalizado e tempestivo, investidores mais exigentes e margens mais estreitas.

Mas essa é a realidade e tem que ser encarada com disposição e competência. Esse é o momento de enfrentar as atuais dificuldades de mercado com a visão de um líder empreendedor que transforma sonhos em ações e ações em resultados, mas não é tempo de acomodação, nem de sonhar o sonho dos vencedores.

5.fevereiro.2009

A comunicação de sua companhia está parecendo
uma “colcha de retalhos”?

Diga não ao “ruído” de comunicação, à “colcha de retalhos” e ao “rádio-peão”; e sim, à comunicação integrada, ao alinhamento de mensagens e ao ganho de percepção de valor!

Em post anterior abordamos a importância do estabelecimento de um sistema de comunicação integrada que permita à companhia relacionar-se de forma consistente com a multiplicidade de seus públicos estratégicos. Hoje vamos avaliar as principais etapas para tratar este assunto de forma sistêmica.

Somos de opinião que muitos gestores ainda não se conscientizaram da necessidade de uma profunda revisão no sistema de comunicação de sua companhia. Essa reavaliação é desejável porque o sistema global de comunicação de uma empresa é normalmente desenvolvido por espasmos, à medida que organização cresce e novas necessidades surgem.

Assim, em algum momento da história da companhia surge a necessidade de se implantar a área de comunicação institucional para assessorar adequadamente seus porta-vozes. Em diferente momento, a organização sente a necessidade de se comunicar com seus colaboradores de maneira mais organizada e estratégica, em substituição ao conhecido e folclórico “rádio-peão”. Outro importante momento da empresa, o da abertura de capital, exige que a comunicação financeira e de RI seja planejada e organizada. E, assim por diante, os canais de comunicação com os diversos públicos estratégicos vão sendo implantados.

Mesmo que cada um desses canais de comunicação esteja funcionando com qualidade, existe uma grande probabilidade de o conjunto estar sendo percebido como uma “colcha de retalhos”, o que gera importante corrosão de valor percebido da companhia decorrente da comunicação desalinhada de suas mensagens.

Por outro lado, ao promover uma comunicação com eixo planejado e integrado, a companhia investe em ganho deste valor percebido. A seguir, veja as principais etapas que consideramos imprescindíveis para alinhar a emissão de mensagens da companhia em uma comunicação eficaz, consistente e integrada:

+ Identificar, analisar e conhecer em profundidade todos os públicos estratégicos que continuamente interagem com a companhia, tanto os internos, quanto os externos, seus “insights” e suas demandas por informações, e conscientizar-se da necessidade de estabelecer uma comunicação customizada e permanente com cada um deles.
+ Desenvolver discursos de sustentação específicos, contudo consistentes entre si, para cada um desses públicos estratégicos, explicitando os principais “drivers” de agregação de valor, provando e demonstrando que a estratégia da companhia é a mais acertada possível, que os stakeholders devem confiar na organização e que seus investidores devem comprar suas ações, e neste momento.
+ Conhecer como a empresa é de fato percebida por cada um desses públicos estratégicos, através do desenvolvimento de estudos de percepção, análise de relatórios técnicos e clipping minucioso de notícias da companhia em todas as mídias, tanto interna, quanto externa.
+ Identificar o estágio de integração do processo de comunicação da empresa, definir as metas a atingir, reavaliar os discursos de sustentação específicos dirigidos a cada um dos públicos estratégicos da companhia e planejar mensagens integradas.
+ Desenvolver planos de integração das funções de comunicação, de evolução contínua da cultura de companhia aberta, e da adoção de mecanismos periódicos de acessibilidade e inteligência de mercado.
+ Desenvolver e implantar um programa de aproximação da companhia com todos os públicos estratégicos, internos e externos, nomeando porta-vozes e criando materiais e mecanismos de comunicação.
+ Quantificar os objetivos estratégicos de mercado da companhia, entre os quais o preço e a liquidez da ação, cobertura de analistas, estrutura da base acionária, etc. Em seguida, avaliar periodicamente os resultados alcançados e, sempre que necessário, implantar melhorias e correções de rumo.

Diga não ao “ruído” de comunicação, à “colcha de retalhos” e ao “rádio-peão”; e sim, à comunicação integrada, ao alinhamento de mensagens e ao ganho de percepção de valor! Se precisar, conte com a MZ. Podemos ajudar a sua companhia a implantar a comunicação integrada e a monitorar a geração de percepção de valor decorrente.

29.janeiro.2009

Segurança do Assembléias Online
Voto Digital Assinado com Certificação Digital Certisign/VeriSign

Alguns fundos de investimento têm demandado informações adicionais sobre a segurança do certificado digital emitido pelo serviço Assembléias Online, talvez preocupados com o sistema mais antigo, de proxy voting internacional, que ainda não faz uso da certificação digital e está sendo questionado por suspeitas de possíveis manipulações de votos.

O serviço Assembléias Online é único em diversos aspectos, não apenas por contar com uma blindagem jurídica criteriosa que atende plenamente as legislações brasileira e internacional, mas também por ter a Certisign/VeriSign como emissora de seu certificado digital privado. Além da liderança absoluta da Certisign no mercado brasileiro, a VeriSign, com ações listadas na Nasdaq, é a maior e principal empresa mundial de segurança e certificação digital.

Os certificados digitais privados emitidos pelo Assembléias Online utilizam os servidores da Certisign/VeriSign, reconhecidos por seu elevado patamar de segurança contra a invasão de hackers e pelo uso de criptografia de última geração, tecnologia que assegura o sigilo e a autenticidade das informações. Essa plataforma identifica, com segurança, pessoas físicas e jurídicas, e garante confiabilidade, privacidade, integridade e inviolabilidade em mensagens e nas diversas modalidades de transações realizadas via internet.

Adicionalmente, a Ernst & Young foi contratada para revisar o ambiente de controles internos do Assembléias Online objetivando aperfeiçoá-los quanto aos critérios de privacidade, confidencialidade, segurança, disponibilidade e integridade de processamento.

O Assembléias Online foi, portanto, estruturado por empresas líderes em seus ramos de atuação e detentoras de reconhecida credibilidade. Toda essa atenção especial destinada à segurança e blindagem jurídica do sistema Assembléias Online o fez tornar-se uma realidade e já estamos comemorando seus primeiros resultados:

O sistema Assembléias Online foi aprovado pelo Colegiado da CVM em junho/2008;
O Assembléias Online, em português, foi lançado oficialmente em 9/12/2008;
A Bematech e o IBGC foram os pioneiros na adesão ao Assembléias Online, o que sinaliza uma tendência do mercado de valorizar seus acionistas minoritários, segundo os princípios de transparência, equidade de tratamento e acesso a informações, incentivando suas participações nas assembléias;
O IBGC está propondo, no contexto da revisão do Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa, atualmente em audiência pública até 1/2/2009, a incorporação da seguinte recomendação: “É boa prática a utilização de instrumentos que facilitem o acesso dos sócios à assembléia (webcast, transmissão online, votação eletrônica)”;
O Assembléias Online, em inglês, foi lançado oficialmente em 19/01/2009;
Mais de 200 fundos (Brasil e exterior) e pessoas físicas já cadastrados.

Quer mais motivos para as empresas e os fundos participarem desse movimento do mercado de capitais? Veja abaixo as 10 razões principais:

A íntegra da apresentação contendo as 10 principais razões para empresas e fundos aderirem ao Assembléias Online você encontra no link:

www.mzweb.com.br/assembleias/web/arquivos/AOL_Resumo_20090120.pdf

E se você possui ações ou cotas de fundos de investimento (inclusive fundos de renda fixa de bancos comerciais), e quer participar e votar nas respectivas assembléias, é simples: basta acessar o site (www.assembleiasonline.com.br), preencher o cadastro e criar seu login e senha para acessar o sistema.

Em até 24 horas, o cadastrado receberá por e-mail um termo de titularidade e de responsabilidade, que deve ser assinado com firma reconhecida e enviado, via correio, juntamente com cópias autenticadas de CPF, RG e comprovante de residência para o Assembléias Online. Após a validação dos documentos, o cadastrado receberá um e-mail contendo o link para copiar seu certificado digital e sua senha do certificado, diferente da senha de acesso ao site.

É importante lembrar que o certificado emitido tem validade de um ano e não tem nenhum custo para os cadastrados. E, uma vez cadastrado e de posse do seu certificado digital, você poderá participar e votar em quaisquer assembléias de empresa ou fundo que aderir ao Assembléias Online, da qual você for investidor, sem burocracia ou perda de tempo.

Visite já o site www.assembleiasonline.com.br e conheça mais detalhes desse serviço único. É rápido, fácil e seguro.

 

 

22.janeiro.2009

“Os cegos se aproximaram de um grande elefante e cada qual, tateando uma das partes, julgou-se em condições de descrever o todo” Malba Tahan

Um dos grandes desafios das companhias abertas é o de desenvolver e fixar sua imagem de credibilidade, devidamente fundamentada nos conceitos de governança corporativa e de gestão de reputação.

A competição acirrada, a profusão de produtos e serviços, a dispersão de linguagens e de canais de comunicação contribuem para ofuscar a visibilidade das companhias, imprescindível para a condução de um trabalho nesse sentido. Assim, tornar uma empresa visível nesse ambiente complexo é o primeiro passo de um programa de comunicação integrada.

Não parecem restar dúvidas que a imagem institucional de uma empresa - quando favorável - é fator importante para sustentar as bases de seu progresso e desenvolvimento. A qualidade dos produtos e serviços, a eficiência profissional dos quadros humanos, a eficácia dos processos empresariais só ganham efetividade ante a multiplicidade de públicos estratégicos da companhia quando amparados por uma ampla política de comunicação integrada.

As profundas transformações ocorridas nas companhias desde a Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra em meados do século XVIII e que se expandiu pelo mundo a partir do século XIX, estabeleceram os contornos do perfil da empresa de hoje.

Atualmente, com a economia amplamente globalizada, as exigências de visibilidade e competitividade se amplificaram, impondo novos e maiores desafios ao desenvolvimento e prosperidade das organizações. A superação desses desafios, contudo, depende necessariamente da imagem institucional que a organização criou e desenvolveu em seu próprio ambiente de atuação, o que só pode ser conseguido com um efetivo programa de comunicação integrada.

O planejamento de estratégias, programas e projetos de comunicação empresarial exige, antes de tudo, uma decisão consciente das companhias por uma filosofia permanente de troca de informações, contemplando clientes, fornecedores, acionistas e todos os demais stakeholders.

Na prática, não basta tão-somente desenvolver planejamentos de marketing, campanhas publicitárias, propaganda ou qualquer outro mecanismo convencional de sensibilização institucional. É imprescindível que na condução de um programa de comunicação se contemple e compatibilize sincronizadamente os instrumentos, formas e cronogramas que, de maneira integrada, possam verdadeiramente responder aos objetivos planejados. Qualquer instrumento de comunicação utilizado de maneira isolada dificilmente esgotará o seu potencial de eficiência.

Assim, planejar uma política de comunicação sem uma estratégia integrada de seus instrumentos pressupõe uma maior potencialização dos riscos do investimento programado e uma pulverização indesejável do objetivo e dos resultados pretendidos.

Ou seja, ao planejar uma estratégia de comunicação de forma não integrada, cometem-se, por analogia, os mesmos erros daqueles cegos, descritos na fábula de Malba Tahan, que se aproximaram de um grande elefante e cada qual, tateando uma das partes, julgou-se em condições de descrever o todo.
Esse exemplo, embora ilustrativo, não revela integralmente os erros e equívocos cometidos rotineiramente na comunicação empresarial. É necessário corrigi-los rapidamente, com planejamento e responsabilidade, para que a comunicação resgate sua verdadeira função e credibilidade dentro da estratégia empresarial.

 

15.janeiro.2009

Mesmo com a implantação de uma “política de comunicação” estruturada, a companhia continuou sendo mal percebida e avaliada pelo mercado!

Companhia aberta de fato, ou apenas de direito?

A esse tipo de consulta, bem mais freqüente do que se possa imaginar, o ideal é recomendar: calma! Continue trabalhando! De fato, muito tempo e trabalho são necessários para se construir a base mínima de credibilidade que o mercado exige para considerar irreversível o comportamento “full disclosure” de uma companhia e, portanto, para o passo decisivo de governança corporativa que gera ganho real de percepção de valor.

Embora pareça pouco usual essa afirmação, transparência não é a espinha dorsal de um programa de RI, nem mesmo seu foco, mas a conseqüência de uma série de variáveis culturais, operacionais e de comunicação, cuidadosamente planejadas, implantadas e orquestradas.

Transparência também não é moda, nem mero objeto de desejo; seus resultados definitivos somente são alcançados no médio prazo, já que o ganho de credibilidade de uma empresa, perante o mercado, é um processo cauteloso e lento.

Dessa forma, implantar uma política de comunicação é condição necessária, mas não suficiente, para a companhia começar a ser percebida pelo mercado de forma mais adequada.

Em uma situação como essa, quando mesmo com a implantação de uma “política de comunicação” estruturada a companhia continua sendo mal percebida e avaliada pelo mercado, é recomendável revisar a quantidade, qualidade e relevância das informações constantes da política, bem como verificar se ela é adequada à implantação de uma comunicação integrada que atenda a todos os públicos estratégicos da companhia.

Contudo, julgamos que a providência mais importante a adotar, neste caso, seja a condução de um programa de adequação cultural de companhia aberta, base de todo o sistema de comunicação corporativa; o mercado só avaliza uma política de transparência após assegurar-se que a companhia tornou-se aberta de fato, e não apenas de direito.

Se você está totalmente seguro que a empresa tem se comunicado como se espera de uma companhia aberta de fato, com uma política de comunicação integrada, tempestiva, equitativa e transparente, e que os porta-vozes abandonaram definitivamente a síndrome de confidencialidade, ótimo! Basta ir em frente com a implantação do programa de RI.

Caso contrário, julgamos importante a condução do mencionado programa interno de desenvolvimento da cultura de companhia aberta - que tem o envolvimento direto do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva da companhia - antes de prosseguir com a implantação do programa de comunicação com o mercado, sob pena de se constatar, no futuro, que resultados importantes como ganhos reais de percepção de valor não puderam ser alcançados, a despeito do esforço feito.

8.janeiro.2009

O equilíbrio do poder corporativo

Quem é o boss e onde ele está?

Manchete do dia: Descoberta fraude contábil de US$ 11 bilhões na maior operadora norte-americana de telefonia de longa distância. Todo o alto escalão da companhia foi sumariamente demitido.

E agora, o acionista fala com quem? Quem é o verdadeiro boss e onde ele está? Não parece estranho que o acionista tenha recebido relatórios tranqüilizadores da companhia, durante tantos anos, sempre apresentando sólidos resultados e promissoras perspectivas e agora, repentinamente, não tenha sequer com quem falar? Quem é o boss que elegeu a Diretoria?

Parece ficção, mas não é. Muita gente já passou por situação parecida nas últimas décadas. Alguém tenta explicar ao acionista: calma, o culpado é o Elo Perdido da Governança Corporativa, ao que ele responde naturalmente irritado: Quem é, onde está e o que faz esse irresponsável?

Em seguida os técnicos conceituam o que é o Elo Perdido, como se isso pudesse resolver o problema: imagine um triângulo, onde em um dos vértices está o CEO e sua diretoria executiva; no outro, estão os Acionistas (e ele, naturalmente!); e no terceiro vértice está o Conselho de Administração.

 

Um sistema de governança corporativa eficaz deveria manter uma perfeita interação entre cada par de vértices, cada qual controlando o seu oposto.

Assim, a Diretoria Executiva Plena (que inclui o CEO) se comunica periodicamente com os Acionistas, verbalmente e por relatórios operacionais e financeiros detalhados; em troca, recebe - ou não - os recursos (capital) para investir na companhia.

Por outro lado, o Conselho de Administração elege o CEO e a Diretoria, a quem indica os caminhos estratégicos a seguir; em contrapartida recebe, periodicamente, informações operacionais e financeiras e relatórios de progresso do planejamento estratégico da companhia.

Mas há o tal Elo Perdido, do qual quase não se falava até a poucos anos atrás, mas que atualmente tem sido objeto de reflexão e análise: os Acionistas pouco, ou quase nada, fiscalizam e cobram do Conselho de Administração das companhias. Por outro lado, o fluxo de informações do Conselho, para os Acionistas, é também quase inexistente.

Convenhamos que, sem transparência e prestação de contas, não há como considerar existência de governança corporativa nesse relacionamento, ou melhor, nesse “não-relacionamento”.

Por isso, entendemos que seja importante buscar fórmulas práticas para restaurar este canal de comunicação e colocar os Acionistas em contato com os verdadeiros bosses da companhia, aqueles que têm o poder de eleger e destituir a Diretoria, de indicar as melhores estratégias para o negócio e de cobrar resultados.

Os relacionamentos entre “Acionistas e Diretoria” e entre “Conselho e Diretoria” têm sido aprimorados continuamente; no primeiro caso, entre outras providências e iniciativas, com as divulgações trimestrais de resultados cada vez mais completas e complexas; no segundo caso, aumentando o número de conselheiros independentes e implantando comitês técnicos, de auditoria, nomeação e remuneração, todos para propiciar maior apoio decisório ao Conselho.

Visando o aprimoramento do relacionamento entre “Acionistas e Conselho”, contudo, poucas ações concretas têm sido observadas, mesmo as aparentemente mais óbvias como estabelecer critérios que obriguem o Conselho a prestar contas aos Acionistas - como representantes e agentes que são - e incentivar, cada vez mais, uma participação ativa dos Acionistas nas decisões da companhia, como proprietários que são.

Certamente, há ainda muito a fazer neste sentido e entendemos que é assunto que precisa ser levado a sério, sob pena de não conseguirmos restabelecer o necessário equilíbrio do poder corporativo, centro conceitual de qualquer idéia de governança corporativa avançada.

30.dezembro.2008

Comunicação Integrada versus “A Torre de Babel da Comunicação Corporativa”

Comunicação Integrada não é um conceito meramente teórico e nem um tema de ficção científica. É, sim, um dos melhores antídotos para se evitar a perda de percepção de valor de uma companhia decorrente da comunicação desalinhada de suas mensagens.

Por isso, entendemos que é assunto que precisa ser levado a sério, especialmente pelas companhias conscientes da importância crescente de comunicar seus valores intangíveis ao mercado.

Com a alteração recentemente constatada nos vetores de valor, os ativos físicos e financeiros têm sido cada vez mais alavancados por ativos intangíveis, entre os quais:

  • capital humano (talento, habilidades e conhecimentos dos colaboradores);
  • capital informacional (bancos de dados, sistemas de informação, redes e infra-estrutura tecnológica), e
  • capital organizacional (cultura da empresa, liderança, comunicação e alinhamento de mensagens da companhia).

Como tem sido freqüentemente referido por fontes de pesquisas, já no início dessa década mais de 80% do valor percebido das companhias vinham de fontes que estavam ausentes dos relatórios contábeis. Apesar disso, a implantação da Comunicação Integrada tem sido freqüentemente tratada de forma amadora. E qual a razão disto?

Em primeiro lugar, porque grande parte dos executivos acredita que comunicação é matéria fácil e se sente, inclusive, em condições de “dar palpites em assunto tão cotidiano”. Mas a maioria não se sente tão segura para opinar sobre seus fundamentos e/ou gerenciá-la.

E a explicação é simples. A comunicação é - na verdade - uma atividade de grande complexidade e dificuldade de gestão. Ocorre, simultaneamente, tanto de forma planejada e administrada, quanto de maneira informal e quase incontrolável.

Todos nós conhecemos sofisticados modelos de gestão que controlam as diversas áreas de nossa companhia - finanças, produção, pessoal, sistemas de informações, etc. - mas não conhecemos modelo de gestão que controle a comunicação.

Além dessa dificuldade, temos que lembrar que a empresa está no centro - quase epicentro - de um conjunto de audiências estratégicas (clientes, público interno, investidores, imprensa, fornecedores, comunidade, entidades de classe, governo, parceiros, órgãos reguladores, terceiro setor, etc.) que estão sempre interagindo e promovendo um ambiente de troca de informações perigosamente dinâmico e complexo para ser entendido, o que dirá gerenciado.

Contudo, esse ambiente de alta interação dos públicos estratégicos da companhia é um solo fértil para se detectar inconsistências e/ou desalinhamento de mensagens da companhia. Isso observado, a companhia perde credibilidade e, em decorrência, valor percebido.

Não bastasse esse policiamento dos públicos estratégicos por mensagens consistentes e alinhadas, considere-se ainda que alguns desses “stakeholders” são, intrinsecamente, mais do que uma só audiência.

Como exemplo, imagine um funcionário (público interno) que possua ações da companhia (acionista), resida próximo à empresa (comunidade) e consuma o produto, ou serviço, da empresa (cliente). Esse funcionário receberá mensagens da companhia como público interno, como acionista, como membro da comunidade, como consumidor, e  estará descontente se não perceber que está recebendo mensagens diferentes na forma, mas consistentes no conteúdo.

Como se tudo isso não bastasse, há que se considerar a alta freqüência com que se observa a falta de alinhamento comunicacional horizontal nas companhias. Isso promove uma perigosa comunicação tipo “colcha de retalhos” que produz - de fato - mensagens não consistentes.

  • Diretoria Financeira emitindo mensagens ao mercado financeiro;
  • Diretoria de Relações com Investidores emitindo mensagens ao mercado de capitais;
  • Diretoria Comercial emitindo mensagens aos consumidores;
  • Diretoria de Recursos Humanos emitindo mensagens ao público interno;
  • Diretoria de Comunicações Institucionais emitindo mensagens à opinião pública, etc.

E, assim, mais uma vez corre-se o risco de confundir os públicos estratégicos e de imprimir uma importante perda de credibilidade pela percepção de mensagens inconsistentes emitidas pela companhia, que sofrerá perda de valor percebido.

O que a Comunicação Integrada promove - neste processo - é o alinhamento comunicacional, gerando ganho de valor percebido pelo alinhamento das mensagens e pela consolidação da credibilidade da companhia.

Mas não é suficiente entendermos a importância do assunto. É importante lembrarmos que a Comunicação Integrada é um sistema e um processo e que a MZ está preparada a apoiá-lo(a) nesta implantação em sua companhia e na monitoração da geração de valor decorrente.

23.dezembro.2008

IBGC: Assembléia Geral de março terá mecanismo on-line aperfeiçoado

 Os associados ao IBGC votarão na próxima eleição, marcada para março de 2009, utilizando o sistema on-line com certificação digital, realizado em parceria com a Assembléias Online (www.assembleiasonline.com.br), empresa responsável pela ferramenta e sua implementação.

Desde 2004, o Instituto viabiliza a manifestação de voto à distância, a mudança está no processo, funcionalidades, segurança e agilidade imprimidos ao novo mecanismo, esclarece a secretária geral Heloisa Bedicks. “O IBGC vem, ao longo desses quatro anos, procurando ferramentas de vanguarda que possibilitem cada vez mais a participação de nossos associados em assembléia”, complementa.

Para obter o certificado digital, cada associado deverá preencher um cadastro e criar login e senha para acesso ao sistema. Dentro de até 24 horas o associado receberá, por e-mail, um termo de titularidade e de responsabilidade, que deve ser assinado com firma reconhecida e enviado, via correio, juntamente com cópias autenticadas de CPF, RG e comprovante de residência para a Assembléias Online. Após validação dos documentos o associado receberá e-mail contendo o link onde poderá copiar seu certificado digital e sua senha do certificado – diferente da senha de acesso ao site.

O certificado digital, com validade de um ano, não terá custo ao associado nem ao IBGC e poderá ser utilizado em qualquer outra assembléia que faça uso do sistema da Assembléias Online. Até o prazo de validade o associado pode fazer a revalidação utilizando o próprio certificado e, em caso de perda ou após o prazo de validade, o associado precisará repetir o procedimento inicial.

Processo para votação.
Até o dia anterior da Assembléia Geral será necessário que o associado acesse o site de votação com seu login e senha para ingressar no ambiente com as propostas a serem votadas na Assembléia. Para então:
1. Escolher seus votos em cada uma das propostas;
2. Inserir seu certificado digital e senha no momento do envio do voto (o procedimento atesta a autoria e teor do voto, dia e hora realizado).

Ao final, o sistema gera um documento com o voto, nos moldes de uma procuração, e um relatório consolidado com a contagem total dos votos emitidos on-line. As procurações serão armazenadas pela Assembléia Online e o relatório, entregue ao auditor a ser definido pelo IBGC para o processo eleitoral.

 

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